Pra parar o mundo do futebol: Dono do PSG não esquece do Brasil e abre os cofres por compra estratosférica
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Dono do PSG quer entrar em investimento bilionário e comprar gigante clube da Série A
O PSG é comandado pelo grupo de investimento Qatar Sports Investments, onde tem o Nasser Al-Khelaïfi como o principal dono e investidor.
Mas, para surpresa de muitos, parece que a conversa do grupo com um clube brasileiro está cada dia mais avançada e a compra parece certa.
Esse clube vive em um momento delicado em sua história, com poucas vitórias e correndo sério risco de visitar a zona de rebaixamento da serie A do Brasileirão.
Estamos falando do Santos, segundo o portal Fanáticos, a conversa do grupo Qatar Sports Investments com o clube paulista está avançada e a compra está avaliada em R$ 2.1 bilhões.
Nasser Al-Khelaifi (Foto: Reprodução - Internet)
Nasser Al-Khelaifi (Foto: Reprodução - Internet)
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Nasser Al-Khelaifi é o dono do PSG (Foto: Reprodução - Internet)
DESDE QUANDO ISSO ACONTECE?
Já fazem mais de 4 meses que os sheiks árabes e o Santos estão em conversa, uma matéria publicada pelo GE em maio desse ano comunicava que o Santos tem o interesse da venda sem se formar uma SAF.
A SAF é uma Sociedade Anônima do Futebol, ou seja, um grupo de investidores compram o clube que se torna uma ‘empresa’.
No caso do PSG ele apenas se tornaria dono e passaria a ser o investidor máximo, mas o sistema do clube de Presidente mão mudaria.
Santos e QSI ainda discutem qual será o modelo do negócio. Atualmente, a Fifa proíbe que terceiros tenham participação em direitos econômicos de jogadores, ou seja, o QSI não poderia comprar um jogador e repassá-lo ao Peixe.
Em abril, o jornal francês L’Équipe noticiou que a QSI tem interesse em comprar outros clubes pelo mundo, em caminho semelhante ao do Grupo City, controlador do Manchester City. No Brasil, a empresa controla o Bahia.
Em outubro de 2022, a QSI adquiriu 30% do Sporting Braga, time da primeira divisão de Portugal. Em nota divulgada pouco depois, o fundo negou ter qualquer controle sobre o clube e alegou que visa “apenas o crescimento sustentado do time, inclusive a consolidação do seu estatuto de candidato a todos os títulos do futebol português e de clube de Liga dos Campeões”.