O martelo está batido, Duílio não aguenta mais: Empate contra o Grêmio não salva o emprego de Luxemburgo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Os próximos dias são fundamentais para Duílio decidir se fica ou não com Luxemburgo para as semifinais da Sul Americana
Luxemburgo não convence nem com as vitórias do Corinthians e a má atuação da equipe no empate contra o Grêmio ontem pode ser fundamental para Duílio demitir o treinador.
O timão volta a campo agora na sexta, contra o Botafogo, pelo Brasileirão, e vai ter a dura missão de vencer o líder do campeonato.
Depois disso enfrenta o Fortaleza pela primeira partida da semifinal da Sul Americana, mas, Luxemburgo pode não durar até lá.
Segundo informações do UOL o contexto de instabilidade faz o presidente Duilio Monteiro Alves cogitar a saída do técnico antes das semis contra o Fortaleza, dias 26 de setembro e 3 de outubro. Os próximos dias serão de reavaliação no Corinthians.
A avaliação é de que Luxemburgo vai mal até nas vitórias do Corinthians e aquela sequência de 10 jogos invictos ou até mesmo a classificação para a semi ou até para uma final da Sul Americana só abafa o mal trabalho feito pelo técnico. O elenco tem uma das maiores folhas salariais do Brasil.
O empate contra o Grêmio na segunda-feira colocou o Luxemburgo com a corda no pescoço. A falta de estabilidade e tranquilidade nos jogos é um dos pontos baixos no trabalho dele.
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No jogo de ontem o timão começou perdendo por 2 a 0, virou para 3 a 2, tomou a virada para 4 a 3 e empatou a partida.
Luxemburgo pelo Corinthians (Reprodução/Internet)
Luxemburgo pelo Corinthians (Reprodução/Internet)
Luxemburgo pelo Corinthians (Reprodução/Internet)
MAS QUEM VEM?
Segundo o UOL, o Corinthians considera o mercado de técnicos difícil. Mano Menezes, que já foi procurado neste ano, não gosta da ideia de assumir o clube em meio de temporada. Só que, mesmo com essa dificuldade, Duilio não quer manter Luxa só por ter poucas opções de substitutos. Se houver convicção, o presidente pode trocar o comando mesmo antes de decisões. O gerente Alessandro Nunes auxilia nessa reflexão.