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Em guerra com Bolsonaro, Globo vira alvo da Receita Federal e famosos globais são colocados contra parede

Globo vira alvo de investigação da Receita Federal após ataque de Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução
Globo vira alvo de investigação da Receita Federal após ataque de Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução

Globo vira alvo de investigações na Receita Federal e artistas globais acabam sendo “intimados” para prestarem esclarecimento sobre método de contratação

Parece que a coisa ficou feia pro lado da Globo desde que o Jornal Nacional soltou a polêmica matéria sobre o suposto envolvimento do presidente Jair Bolsonaro na morte da deputada Marielle Franco, em outubro do ano passado. Irado com o conteúdo da notícia, Bolsonaro foi reclamar nas redes sociais e chegou até a fazer uma série de ameaças contra a emissora carioca, deixando claro que iria dificultar de todas as formas possíveis “a vida” do canal. Pois bem, parece que isso começou a ser feito.

De acordo com o Radar Veja, da Revista Veja, a Receita Federal está fazendo uma forte fiscalização com a Globo e todos os seus funcionários, principalmente os artistas dos canal, com relação ao método de contratação da platinada, que atualmente é PJ, ou seja, Prestação de Serviços. Segundo a publicação, a RF exigiu os contratos da Globo Comunicação e Participações S/A com celebridades da TV e do cinema brasileiro.

Com os dados recebidos, a Receita Federal teria ido além. Conforme publicado pela Revista Veja, há cerca de três semanas a RF passou a enviar cartas de autuação aos endereços de diferentes artistas contratados pela Globo. Nos ‘Temos de Início do Procedimento Fiscal’, a Receita dá aos autuados 20 dias para que os globais justifiquem ter optado pelo contrato de pessoa jurídica, PJ, ao invés do vínculo empregatício estabelecido pela CLT, o que faria com que a platinada tivesse que pagar os respectivos impostos de cada funcionário ao Governo.

Globo vira alvo de investigação da Receita Federal. Foto: Revista VEJA
Globo vira alvo de investigação da Receita Federal. Foto: Revista VEJA

Como tudo começou

Tudo começou quando o Jornal Nacional, da Globo, soltou uma reportagem mostrando que no dia 14 março de 2018, horas antes do crime de Marielle Franco, o ex-PM Élcio Queiroz, outro suspeito de ser o assassino, disse à portaria do condomínio que iria visitar Bolsonaro, mas foi à casa de outro morador. Segundo depoimento do porteiro à polícia, o próprio presidente teria autorizado o PM a entrar. Contudo, como também foi mostrado pelo JN, o relato do funcionário tinha equívocos, pois Jair Bolsonaro registrou presença em duas sessões na Câmara, em Brasília, como deputado federal no mesmo dia.

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Sobre o autor

Thainá Rambaldo

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, trabalho na área há cinco anos e tenho experiência em TV, rádio, agência de publicidade, redação, atendimento, assessoria de imprensa, planejamento de mídias digitais, apresentação, edição de vídeo e imagem.

No TV Foco escrevo sobre TV e Famosos, faço críticas e o balanço do dia das audiências prévias da televisão.