200 milhões em dívidas: Empresa alimentícia acaba de reverter falência e ressurge das cinzas HOJE (08)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Empresa alimentícia consegue sair da falência
Em junho deste ano, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência de uma empresa alimentícia.
No entanto, nesta quarta-feira, 08, a corporação recebeu uma excelente notícia ao conseguir reverter a falência.
Estamos falando da Agropecuária Tuiuti S/A, empresa arrendatária da marca de laticínios Shefa.
De acordo com informações do G1, a empresa irá retomar o processo de recuperação judicial após três meses da quebra decretada.
Raul Araújo, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), não extinguiu a falência da Shefa, mas a suspendeu até o julgamento.
Na época, a empresa alimentícia estava em recuperação judicial por conta de uma dívida de R$ 222,5 milhões e por afirmações de fraude.
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A empresa teria cometido fraude envolvendo os credores e retardar pagamentos. Porém, os atos não foram comprovados pela Justiça, segundo o G1.
Shefa (Foto: Reprodução / Heitor Moreira/EPTV)
VOLTOU DAS CINZAS
Desse modo, a empresa Agropecuária Tuiuti S/A deverá retomar o plano de recuperação judicial.
A Shefa também irá retomar suas atividades envolvendo 300 funcionários ativos na coperativa.
“Será possível dar efetivo e contínuo cumprimento à função social a que sempre se propôs, ancorada à continuidade da produção de bens e serviços, ao pagamento de obrigações tributárias, à manutenção de aproximadamente 300 empregos ativos, à geração de novos postos de trabalho e à movimentação da economia local”. diz a empresa.
Produtos Shefa (Foto: Reprodução / Internet)
COMO FOI O PEDIDO DE FALÊNCIA DA EMPRESA ALIMENTÍCIA?
No ano de 2015, a Shefa começou a lidar com problemas financeiros. Para solucionar as questões, um empresário começou a injetar capital na empresa e ganhou posse da marca.
Um ano depois, a empresa alimentícia foi vendida a um terceiro. Pouco tempo depois, teria acontecido a primeira fraude.
O juiz Fernando Leonardi Campanella, da 1ª Vara do Foro de Amparo, o dono teria prestado garantias em prol da empresa garantidora/credor.
As fraudes teriam ocorrido para abranger dívidas passadas no valor de R$ 35 milhões. Outra dívida seria de R$ 14.556.389,80. que com os juros passou a ser de R$ 47.759.963,40.
O juiz também analisou que o empresário teria se beneficiado no processo de compra para ser credor da empresa. Desse modo, a falência foi decretada em junho.
Shefa (Foto: Reprodução / Internet)