Falência: Grande empresa do Brasil fecha as portas e dá calote milionário em vários brasileiros
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Empresa vai dar calote milionário em estudantes
Uma empresa famosa no ramo de festas de formatura, decretou falência na Grande Recife e deixou milhares de alunos no prejuízo. Estamos falando da NovaEra, que pretende dar um calote de R$ 1,1 milhão em estudantes.
Ao G1, a empresa confirmou que decretou falência e as comissões de formatura conversaram com o portal para esclarecer detalhes da polêmica: Uni São Miguel, Centro Universitário Brasileiro (Unibra) e Centro Universitário UniFBV – Wyden.
Devido ao golpe, os estudantes que foram lesados contrataram uma advogada para tentar reaver o prejuízo milionário. Ao G1, uma representante da comissão de formatura do curso de medicina veterinária da Unibra denunciou quando eles começaram a desconfiar que a empresa estava usando o dinheiro deles com outras empresas.
“A gente descobriu que estavam gastando nosso dinheiro para outras festas. Também descobrimos que eles não tinham feito nenhum investimento para a gente”, disse Malena Watts. Eles contrataram a advogada Rachel Smith Branquinho, que calculou que o prejuízo da turma foi de R$ 292 mil.
“Na última sexta (17), a empresa afirmou que teria tido um pequeno problema e que na segunda (20) efetuaria os pagamentos. O dono trouxe uma falsa certeza aos formandos, mas ele já sabia da situação até porque, o valor da dívida da empresa é de mais de R$ 1 milhão”, confirmou a profissão.
Ela ainda comunicou que vão acionar a empresa e o dono por estelionato. Para completar, o dono da empresa ainda teve a falta de noção de ligar para os alunos para cobrarem parcelas não pagas. Então no mesmo dia da cobrança, a empresa informou a falência.
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A estudante de fonoaudiologia Adnah Vitória da Uni São Miguel, contou que o prejuízo deles foi na casa dos R$ 500 mil. “Desde setembro e outubro do ano passado, já vínhamos desconfiando da empresa, porque sempre nos davam informações vagas e nos tratavam com negligência. A gente entrava em contato por todos os números possíveis e eles nunca nos atendiam”, afirmou ela.
“Foram desumanos, cruéis. Tinha gente tirando de onde não tinha para investir nesse sonho e, agora, a gente está vendo tudo indo pelo ralo”, disse ela ainda.