Esposa de Kaká relembra aborto e fala sobre apoio do marido: “Ao meu lado todo tempo”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Carol Dias relembra aborto espontanêo que sofreu no mês de março
Carol Dias, esposa do ex-jagador de futebol Kaká, voltou a falar sobre o aborto espontâneo que sofreu nas redes sociais.
Isso porque a modelo abriu uma caixinha de perguntas em seu perfil oficial no Instagram, e foi questionada por um fã sobre como ela conseguiu superar a perda.
Vale ressaltar que Carol Dias é mãe de Esther, de um ano e estava à espera de outra menina com Kaká.
Ao responder a pergunta da fã, ela relembrou o momento, revelou que o marido foi seu grande apoio durante esse momento complicado em sua vida e explicou que eles oraram bastante e com o tempo acabaram aceitando que o acorrido era a vontade de Deus.
“Meu marido foi meu grande apoio. Passar por isso juntos nos ensinou muitos e nos fortaleceu. Não sei se teria ficado bem, como fiquei, se não tivesse ele ao meu lado todo tempo. Oramos muito e com o tempo fomos aceitando a vontade de Deus", disse Carol Dias.
MAIS SOBRE O ABORTO ESPONTANEO
No começo do mês de março, ainda deste ano, a esposa de Kaká revelou aos seguidores que havia sofrido um aborto espontâneo.
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Na ocasião, ela compartilhou um vídeo do chá revelação da bebê e publicou um texto muito emocionante.
“Quando ouvia sobre mulheres que perderam seus bebês ainda no ventre, eu logo tentava imaginar a dor, mas não podia sentir de fato essa dor. Também cheguei a pensar que algumas frases como: “Ah mas pelo menos o bebê não tinha nascido ainda!” pudessem ajudar… Mas a verdade é que a nossa filha já estava comigo assim que descobrimos da gravidez, ela já fazia parte da nossa vida, dos nossos planos. Ela foi sonhada, desejada e já era muito amada! (Vamos sempre amá-la!)", começou ela.
E continuou: “Sei que o meu sentimento de mãe ainda é de poder ter feito algo para impedir essa perda, mesmo sabendo que nada poderia ser feito. Mas o Espírito Santo consolador me nutre, refrigera os meus pensamentos e só através da oração o meu coração tem se acalmado. Ainda me encontro meio perdida, no modo avião, ainda tenho a sensação de que falta um pedaço de mim, ainda acordo durante a noite, ainda tenho algumas crises, ainda coloco a mão na barriga como se ela estivesse lá, ainda falo o nome dela como se ela estivesse comigo. Não está tudo bem ainda… ainda! Mas vai ficar!”.