R$ 7 bilhões: O estouro dos cofres do Santander para destronar o Bradesco e comprar banco rival no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Santander decide estourar de vez os cofres do Banco para conseguir comprar rival e detonar o Bradesco
Santander buscou todas as forças e liberou todo o dinheiro para conseguir acabar com o Bradesco e fechar um dos negócios mais importantes dos últimos anos.
Tudo isso aconteceu no início dos anos 2000 e a divulgação das informações foi feita na época pela Folha de São Paulo.
Na matéria, a Folha colocou em destaque a disputa do Bradesco e do Santander na briga para comprar uma das maiores instituições financeiras do Brasil.
Na época, os bancos estavam brigando para conseguir comprar e privatizar o BANESPA, uma das maiores instituições financeiras do Brasil.
“Depois da operação do Banespa, o patamar de escala no setor bancário vai mudar e isso colocará pressão para que outras movimentações de consolidação aconteçam”, disse Antonio Wever, na época vice-presidente da área de fusões bancárias do JP Morgan no Brasil, para a Folha, mostrando como era a projeção feita para a compra do Banco Banespa.
Na época foi dada que se o Bradesco conseguisse comprar o Banespa, o banco se tornaria a maior instituição financeira em atividade no Brasil:
Leia também
“comprar o Banespa significa preservar e consolidar o título de maior banco brasileiro e da América Latina. Seus ativos saltariam dos atuais R$ 75,4 bilhões para cerca de R$ 100 bilhões”, dizia a matéria na época.
Banco Santander (Foto: Reprodução / Internet)
Banco Santander (Reprodução/Internet)
Banco Santander (Foto: Reprodução / Internet)
MUDANÇA DE LADO?
Mas, o Bradesco não deu sorte já que o Santander que foi o grande vitorioso do Leilão da privatização do Banespa, mas, no início dos anos 2000, não foi só essa vitória que eles conseguiram.
Em 2000, o Santander fechou dois grandes negócios: em janeiro, comprou o Conglomerado Meridional, formado pelo Banco Meridional e Banco Bozano, Simonsen, e fez sua maior aquisição na época, ao vencer o leilão de privatização do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), com uma oferta de mais de R$ 7,05 bilhões.