“Infeliz”: Estrela do Palmeiras detona Leila Pereira e expõe indignação com pronunciamento da Presidente
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma das maiores estrelas do Palmeiras não gostou nada do pronunciamento que a Presidente do clube fez
Essa semana a Leila Pereira resolveu puxar as atenções da mídia e da torcida para fora das quatro linhas do Allianz Parque.
Isso porque, contextualizando, após a derrota e eliminação na Libertadores e a derrota no Brasileirão para o Santos, a torcida em forma de protesto decidiu pichar algumas lojas da Crefisa, ao qual Leila Pereira é dona e patrocinadora master do clube.
Leila disse que a torcida organizada é a escória do futebol, que eles não deveriam existir, detonou dizendo que se não fosse ela e a Crefisa, o Palmeiras teria sido rebaixado em 2014 e ainda disse que o Corinthians não tem ao todo em sua camisa o que ela coloca na do Palmeiras anualmente.
Em meio a toda essa tensão fora dos bastidores, a Mancha Verde, principal torcida organizada do Palmeiras, ressaltou que sem o Palmeiras, ela seria apenas uma ‘dondoca’ esquecida.
Leila Pereira (Foto: Fabio Menotti/Divulgação)
QUEM MAIS SE PRONUNCIOU?
Mas, um nome que chamou a atenção pelas críticas a Leila Pereira foi Paulo Nobre, ex-Presidente do Palmeiras que estava na época do quase rebaixamento e foi o responsável pelo primeiro título da era Crefisa, a Copa do Brasil em 2015.
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Segundo o GE, Paulo Nobre divulgou uma carta repudiando as falas da Presidente e classificou a entrevista coletiva dela como ‘infeliz’.
Nobre renunciou ao cargo de conselheiro vitalício do Palmeiras, ao qual teria direito pela condição de ex-presidente – e diz que o fez para não precisar “conviver com pessoas” como Leila e seus aliados.
“Ao ver sua infeliz entrevista coletiva, Senhora Presidente, vossa senhoria me fez chorar. De indignação, de nojo e de raiva, por ver o Palestra ser humilhado em rede nacional por uma dirigente sem noção que não tem ideia do que é ser palmeirense”, afirma.
Nobre diz ainda que a presidente tenta “reescrever os fatos” ao criticar sua gestão – sem citar nomes na coletiva – e que não conseguirá “comprar a admiração” da torcida.
Em outros trechos, menciona também o rompimento de Leila com as organizadas e o conflito de interesses, como presidente e patrocinadora, que tem sido motivo de críticas sobre a gestão.
“Em sua memória seletiva como dirigente/patrocinadora, que não consegue enxergar conflito de interesses por estar com dois chapéus ao mesmo tempo, a senhora se esqueceu de dizer que por quase oito anos usufruiu sem nenhum escrúpulo do apoio da uniformizada que que agora passou a atacar. Os iludiu com falsas promessas e não aceitou ser cobrada posteriormente”, finalizou.