Ex-funcionária de Renata Sorrah faz graves acusações contra atriz
Uma ex-funcionária que trabalhou por anos para a atriz Renata Sorrah e para sua filha, Mariana Simões, teria entrado na Justiça com uma ação trabalhista que ultrapassou os R$ 916 mil.
O caso envolve acusações de acúmulo de funções, jornadas exaustivas, pagamentos informais e até demissão durante um período delicado de saúde.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Daniel Nascimento, do portal O Dia, a relação de confiança virou uma disputa judicial com denúncias graves.
Nesta matéria, você saberá:
- O que a ex-babá alega
- Processo judicial e pedido de indenização
Babá revela acumulo de funções em casa de Renata Sorrah
De acordo com o processo, a funcionária foi contratada em abril de 2014 para cuidar dos netos de Renata Sorrah.
No entanto, ao longo dos anos, a funcionária afirma que suas responsabilidades aumentaram significativamente.
Segundo o relato, além de cuidar das crianças, a babá passou a realizar tarefas domésticas como lavar roupas, passar, cozinhar, limpar e até cuidar do animal de estimação.
A ação sustenta que todas essas atividades eram feitas sob orientação direta das empregadoras, mas sem reajustes salariais compatíveis com o aumento das funções.
Ainda conforme o processo, a trabalhadora teria questionado o excesso de tarefas no início da relação profissional.
No entanto, a babá teria permanecido no emprego por receito de perder a fonte de renda.

Jornadas longas de trabalho
A ação também alega o trabalho considerado excessivo. A ex-funcionária iniciava o expediente por volta das 7h da manhã e trabalhava até 20h ou 21h.
Em alguns períodos, a ex-funcionária de Renata Sorrah afirma que permanecia de plantão na residência, dormindo no local e ficando disponível por até 24 horas consecutivas.
O processo também menciona ausência de pagamento regular de horas extras, adicional noturno e períodos sem descanso adequado.
Viagens sem compensação
Segundo a ação, a ex-funcionária de Renata Sorrah acompanhava a família em viagens nacionais e internacionais.
A babá ainda ficaria disponível durante todo o período, mas não teria recebido valores adicionais pelas viagens nem compensações pelo tempo dedicado ao trabalho nesses momentos.

Salário registrado seria menor
A trabalhadora também afirma que recebia cerca de R$ 3 mil mensais, mas apenas R$ 2 mil era registrados oficialmente em carteira.
De acordo com a defesa, o restante do pagamento seria feito ” por fora”, prática que pode gerar impactos em verbas trabalhistas como FGS, férias e décimo terceiro.
Os advogados ainda argumentam que o salário correto deveria ser aproximadamente R$ 3.900 por mês.
Diagnóstico de doenças e demissão
A ex-funcionária de Renata Sorrah ainda afirma que desenvolveu transtorno de ansiedade generalizada e fibromialgia durante o período de trabalho.
Segundo o processo, a babá precisou se afastar das atividades pelo INSS e, ao retornar, teria sido demitida sob a justificativa de que “as crianças já estavam grandes”.
Promessa de ajuda médica
A ação revela que teria havido um acordo informal para custear o tratamento médico da ex-funcionária de .Renata Sorrah por 12 meses.
No entanto, segundo o processo, o suporte financeiro teria sido interrompido já no segundo mês, o que agravou ainda mais a condição da profissional.
Pedido de indenização
A ex-funcionária de Renata Sorrah solicita o pagamento de horas extras, adicional noturno, FGTS, décimo terceiro, diferenças salariais e verbas rescisórias.
Além disso, a profissional pede indenização por danos morais no valor mínimo de R$ 60 mil.
Ao todo, a ação soma R$ 916.119,46 e ainda inclui acusações de assédio moral, ausência de exame demissional e cenário de “desamparo”.
Até o momento, Renata Sorrah e sua filha não se manifestaram publicamente sobre o caso, mas o espaço permanece aberto.
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