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Após acusão de apologia à pedofilia, Fábio Porchat é defendido com unhas e dentes por Rafinha Bastos

Fábio Porchat é acusado de apologia à pedofilia em filme e Rafinha Bastos sai em defesa
Fábio Porchat é acusado de apologia à pedofilia em filme e Rafinha Bastos sai em defesa (Montagem/ Reprodução)

Rafinha Bastos sai em defesa de Fábio Porchat e exemplifica o personagem pedófilo

Após a polêmica sobre apologia à pedofilia que enfrentaram essa semana, os humoristas Danilo Gentili e Fábio Porchat, por conta do filme “Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola” (2017), foram apontados por deputado estadual e com vídeo viralizado por Daniela Beyruti, do SBT, um colega dos artistas veio em defesa deles diante da situação.

Rafinha Bastos que também é humorista, stand up comedy e já levou processo por fazer piadas com tom pesado, tá acostumado com esse tipo de situação e entende o que os colegas estão passando. Para defender Fábio Porchat – que seria o mais afetado por ter vivido um personagem com tendências pedófilas no filme –  Rafinha Batos foi até suas redes sociais nesta última quinta-feira, 17 de Março, e defendeu o amigo.

Através do microblog Twitter, Rafinha Bastos saiu em defesa do colega humorista e defendeu que o público cancele outros astros que já interpretaram personagens vilanescos e de mentes doentias: “Cancelamos o Fábio Porchat por causa de um personagem num filme. Nada mais justo. Agora vamos atrás da Adriana Esteves (Carminha), Glória Pires (Raquel), Dan Stulbach (Mulheres Apaixonadas) e do Anthony Hopkins (Silêncio dos Inocentes)!!! Vamos pra cima, pessoal!!!”, disse o apresentador, em tom debochado.

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Rafinha Bastos defende nas redes sociais o amigo Fábio Porchat
Rafinha Bastos defende nas redes sociais o amigo Fábio Porchat (Foto: Divulgação)

Muitas pessoas foram contra o pensamento de Rafinha Bastos na rede social, mas ele não se deixou abalar, em contrapartida, o pensamento exposto esclareceu realmente a interpretação de uma personagem. Muitos artistas interpretam pessoas de mente doentia, por que Fábio Porchat não poderia?

Pouco depois, Rafinha Bastos, após ler os comentários de seus seguidores, resolveu rebater: “Se os caras soubessem como eu cago pra quem me xinga, não iam perder tempo digitando ofensa. Achei necessário dizer isso pra evitar que as pessoas desperdicem preciosos minutos de suas vidas. Quero um povo produtivo. Quero um Brasil maior”, afirmou o comediante.

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Rafinha Bastos debocha da situação de Fábio Porchat e defende com ironia o amigo
Rafinha Bastos debocha da situação de Fábio Porchat e defende com ironia o amigo (Reprodução/ Twitter)

PORCHAT SE PRONUNCIA

Para o colunista Leo Dias, do site Metrópoles, o apresentador e comediante Fábio Porchat se pronunciou sobre seu envolvimento na desnecessária polêmica: “Vamos lá: como funciona um filme de ficção? Alguém escreve um roteiro e pessoas são contratadas para atuarem nesse filme. Geralmente o filme tem o mocinho e o vilão. O vilão é um personagem mau. Que faz coisas horríveis. O vilão pode ser um nazista, um racista, um pedófilo, um agressor, pode matar e torturar pessoas”, iniciou ele, ao colunista com exclusividade.

Para exemplificar, ou melhor, para desenhar para o público, Fábio Porchat apontou alguns outros vilões, assim como Rafinha Bastos havia feito em seu Tweet: “O Marlon Brando interpretou o papel de um mafioso italiano que mandava assassinar pessoas. A Renata Sorah roubou uma criança da maternidade e empurrava pessoas da escada. A Regiane Alves maltratava idosos. Mas era tudo mentira, tá gente? Essas pessoas na vida real não são assim”, relembrou o apresentador.

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Fábio Porchat ainda justificou sua atuação e o motivo de ter aceitado o papel: “Quando o vilão faz coisas horríveis no filme, isso não é apologia ou incentivo àquilo que ele pratica, isso é o mundo perverso daquele personagem sendo revelado. Às vezes é duro de assistir, verdade”, pontuou o artista.

“Quanto mais bárbaro o ato, mais repugnante. Agora, imagina se por conta disso não pudéssemos mais mostrar nas telas cenas fortes como tráfico de drogas e assassinatos? Não teríamos o excepcional Cidade de Deus? Ou tráfico de crianças em Central do Brasil? Ou a hipocrisia humana em O Auto da Compadecida. Mas ainda bem que é ficção, né? Tudo mentirinha”, finalizou Fábio Porchat em suas declaração à Leo Dias.

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