Afundada em dívida milionária, fábrica TRADICIONAL do Brasil tem a falência decretada ao dar calote absurdo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Afundada em dívida milionária, fábrica TRADICIONAL do Brasil tem a falência decretada - Fotos Canva Internet

Pare tudo o que você estiver fazendo para saber detalhes sobre a falência de grande fábrica com direito a dívida surreal

Não há como negar que nos últimos anos fomos pegos de surpresa com grandes empresas declarando falência e até mesmo fechando suas portas.

Contudo, nada choca tanto quando a fábrica tradicional do Brasil, que afundada em dívida, teve a sua falência decretada ao dar calote absurdo. Vamos conferir?

Indo direto ao ponto, estamos falando do grupo de empresas São Francisco, que era tradicional com negócios voltados à produção de calçados em São Francisco de Paula/RS e Parobé/RS. As informações são do portal Exclusivo.

O que aconteceu com o Grupo de Empresas São Francisco?

Conforme o que foi divulgado, acumulando uma dívida de R$ 32,7 milhões, a empresa simplesmente teve a falência decretada pela Justiça. A informação, vale dizer, foi publicada em abril deste ano.

Para melhor entender sobre o assunto, a fábrica havia feito pedido de recuperação judicial. Todavia, aproximadamente 158 funcionários da companhia foram surpreendidos ao chegarem para trabalhar e encontrar as fábricas fechadas e sem os maquinários.

De acordo com o que disse o juiz de Direito da Vara Regional Empresarial de Novo Hamburgo, Alexandre Kosby Boeira, foi constatado o abandono do empreendimento e de que a retirada dos equipamentos era para evitar que fossem vendidos para a quitação das dívidas. Ou seja, os funcionários acabaram tomando um calote da empresa.

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“Comprovado o abandono do negócio e o desvio patrimonial, tem-se a plena caracterização da insolvência e convolação da recuperação judicial em falência constitui-se o modo mais célere de recuperação e realocação dos ativos do empreendimento inviável, a fim de, por um lado, zelar pelo bom funcionamento das estruturas de mercado, por outro maximizar seu valor para que os credores possam ser minimamente satisfeitos”, diz o despacho do magistrado.

Ao portal Exclusivo, a empresa alegou que a crise foi agravada pela pandemia de Covid-19, que impactou a produção e consequentemente, o faturamento.

 

 

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