Nessa matéria, relembramos a falência de uma rede de supermercados gigante que tinha sua sede no Rio de Janeiro. Milhares de funcionários mandados embora

Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, por exemplo, relembraremos a falência de uma rede de supermercados n° 1 do RJ após mais de 4 décadas.

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Para quem não sabe, estamos falando sobre a falência da Casas da Banha. Trata-se de uma rede de supermercados que acabou sendo fundada em 1955, cuja sede ficava na cidade do Rio de Janeiro. O empreendimento chegou a ter mais de 224 lojas.

De acordo com informações da Wikipédia, a rede de supermercados chegou a ter 22 mil empregados. Além disso, o seu faturamento anual ultrapassava a casa dos US$ 700 milhões, consolidando-a o empreendimento como um das maiores do setor no Brasil.

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Entretanto, a partir de 1986, a Casas da Banha começou a enfrentar uma grave crise financeira, atribuída aos planos econômicos heterodoxos do Governo Federal, como os planos Cruzado I e II, que incluíram o congelamento de preços. Isso impactou de forma negativa.

Em 1990, já em crise financeira, a rede começou a ser desativada. Em 1991, a Casas da Banha tinha 9 mil funcionários. Já em 1992, de 224 lojas espalhadas pelo país, pelo menos 149 acabaram sendo vendidas ou passados os pontos como forma de pagamento de dívidas.

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Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

A situação toda culminou em 1999, quando a Justiça decretou a falência da Casas da Banha. O juiz da 2ª Vara de Falências e Concordatas, Luiz Felipe Salomão, atendeu ao pedido da própria empresa, que já não conseguia honrar suas obrigações financeiras.

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

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No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.

A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.

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Por fim, confira mais matérias sobre falência clicando aqui.