À beira da falência e fusão do Bradesco: A reviravolta sofrida por banco e adeus definitivo no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Bradesco surpreendeu ao comprar banco rival e pagou bilhões de reais por instituição que estava à beira da falência
Os bancos são essenciais na sociedade, porque além de oferecer serviços financeiros, facilitam transações de pagamento e oferecem crédito pessoal. Aliás, o Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do país e tem se esforçado para oferecer os melhores serviços aos clientes. Tanto que eles surpreenderam ao comprar um rival que estava à beira da falência em 2015.
Para quem não sabe, o Bradesco fez um investimento bilionário ao comprar o HSBC Brasil. Aliás, quando chegou no Brasil em 1997, o banco tinha planos bastante ambiciosos, entre eles se tornar a maior instituição privada nacional. Entretanto, as estratégias adotadas pela empresa não deram muito certo.
Isso porque em 2024, segundo informações do portal Época, o banco fechou o ano com prejuízo de R$ 549 milhões. Diante dos resultados pífios e para evitar uma possível falência, o HSBC Brasil decidiu agir às pressas. Assim, eles venderam suas operações do Brasil para o Bradesco e foram embora do país de uma vez.
Eles citaram até o protecionismo do Brasil como motivo. Em 2015, segundo informações do portal G1, o Bradesco anunciou a compra do HSBC por US$ 5,2 bilhões (o que na época equivalia a R$ 17,6 bilhões) em dinheiro. Eles compraram 100% das operações do HSBC Brasil, mas a conclusão ocorreu em 2016.
Na época, entre as ações que o Bradesco teve que adotar, uma delas foi estimular os novos clientes, presentes nas 106 cidades do país, a transferir operações de crédito (como empréstimos pessoais) para outros bancos. A compra acabou deixando o Bradesco entre as maiores instituições privadas do país. Até o momento, a empresa segue sendo uma das maiores.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
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No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.