Dívida de R$40 milhões e pedido da própria falência: O fim decadente de hospital gigantesco no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Saiba todos os detalhes sobre a falência decadente de hospital gigantesco no Brasil
Sabemos bem que sempre que ocorre a falência de grandes empresas, vocês simplesmente gostam de saber detalhes sobre tudo o que aconteceu.
Dito isso, com direito a nada mais, nada menos que uma dívida de R$40 milhões e pedido da própria falência, vocês irão conhecer hoje o fim decadente de hospital gigantesco no Brasil. Vamos conferir?
Pois bem, sem mais delongas, vamos então direto ao assunto. As informações são do portal Jornal Opção e foram divulgadas em 03 setembro 2019.
Assim, de acordo com o que foi informado pela fonte, anos após deferimento de pedido de recuperação judicial com acordos não cumpridos, o Grupo do Hospital Santa Genoveva teve o pedido de falência aceito pelo juiz Átila Navez Amaral, da 21ª Vara Cível de Goiânia.
Na época em que ocorreu os fatos, a solicitação da empresa veio após o entendimento de que não seria possível superar a crise financeira, com dívida estimada em mais de R$ 40 milhões.
O que aconteceu com o Grupo do Hospital Santa Genoveva?
Grupo do Hospital Santa Genoveva – Foto Internet
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Grupo do Hospital Santa Genoveva – Foto Internet
Assim, as informações dão conta ainda de que o administrador judicial do Grupo, o advogado Dyogo Crosara, disse que buscou formas fáticas e legais possíveis para que a devedoras cumprissem os acordos do processo de recuperação judicial.
Contudo, é importante salientar ainda que, de acordo com o que disse o advogado na época, não foi possível, já que não teria havido manutenção das atividades do hospital, desencadeando série de fatos que desestimularam a preservação da empresa.
Na sentença que decretou a falência, o juiz considerou dados que apontam a manutenção de dívidas com credores. A saber, só de dívidas previdenciárias e de FGTS, a Clínica deve mais de R$ 39 milhões.
“Dessa forma, não há alternativa para as recuperandas, senão, decretar-lhes a convolação da recuperação judicial em falência, diante do cenário caótico de colapso financeiro, ausência do exercício de suas atividades, não demonstração de condições de se recuperarem e retomarem suas atividades empresariais”, disse.