Falência, venda a Electrolux e dívida de R$1,2BI: O fim de 2 gigantes dos eletrodomésticos
Nessa matéria, falamos de duas empresas gigantes do setor do eletrodoméstico que chegaram ao fim por conta de falência.
Nessa matéria, falamos de duas empresas gigantes do setor do eletrodoméstico que chegaram ao fim por conta de falência e de uma venda.
Não precisa ser um grande especialista no assunto para concluir que o setor varejista é um dos que mais movimentam a economia do Brasil. Apesar de todo sucesso, algumas empresas costumam fracassar. Nessa matéria, por exemplo, falaremos de 2 gigantes dos eletrodomésticos que chegaram ao fim.
Primeiramente, começaremos falando da Mabe Brasil. A companhia era a subsidiária brasileira da empresa mexicana de linha branca de eletrodomésticos Mabe. Dessa forma, a Mabe Brasil acabou sendo uma produtora das marcas General Electric, CCE e Dako no Brasil.
A empresa chegou a ter faturamento de R$ 1,2 bilhão no Brasil. Contudo, em maio de 2013 a Mabe Brasil entrou com pedido de recuperação judicial. Aliás, a medida acabou sendo tomada devido a problemas de liquidez. A intenção da empresa seria reestruturar sua operação.
Segundo o G1, o pedido de recuperação judicial foi aceito pela 2° Vara Cível de Hortolândia. Referente a falência, no Brasil, depois do pedido aceito de recuperação judicial de 2013, no ano de 2016, a Mabe pediu falência e teve ela decretada pela Justiça de São Paulo.
A outra empresa do setor de eletrodomésticos que fechou as portas foi a Prosdócimo, marca de linha branca (geladeiras, congeladores etc). A marca gigante, que em 1984 tinha 23 lojas espalhadas pelo país, acabou sendo comprada pela Electrolux.
Porém, poucos anos depois, em 1996, conforme o portal Gazeta do Povo, a Electrolux finalizou a compra de 100% das ações e se tornou dona da marca Prosdócimo. Em 1997, a Electrolux deixou de utilizar o nome da marca para fortalecer o nome Electrolux no mercado.
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Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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