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Mais de R$ 1 bilhões em dívidas e falência: O adeus decadente de 3 rivais gigantescas das Casas Bahia

Falência de rivais das Casas Bahia (Foto: Reprodução, Montagem - TV Foco)
Falência de rivais das Casas Bahia (Foto: Reprodução, Montagem - TV Foco)

Casas Bahia já teve seu reinado ameaçados por grandes empresas que não resistiram e tiveram o mesmo fim: A falência

Com mais de seis décadas de atuação, a marca Casas Bahia tem uma forte conexão com todos os brasileiros. Fundada na cidade de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, iniciou suas atividades vendendo itens de cama, mesa e banho. Posteriormente, passou também a vender eletrodomésticos e, atualmente, seu portfólio conta com mais de 40 milhões de produtos. As concorrentes que apareceram durantes os anos, sucumbiram a falência.

A Casas Bahia se diferenciou da concorrência pela habilidade de entender as necessidades e os hábitos de compra dos mais diversos perfis de clientes, oferecendo soluções para que todos os consumidores conseguissem realizar seus sonhos por meio de crédito facilitado, o que resultou em um modelo de negócios único no varejo brasileiro. A rede foi a primeira a oferecer o parcelamento no país.

Por se manter sempre atual, a empresa viu durante anos empresas aparecerem e sumirem. Confira 3 grandes rivais que não resistiram e acabaram tendo falência decretada.

Mesbla

Já no final da década de 1990, o empresário Ricardo Mansur comprou a Mesbla e sua concorrente direta, o Mappin. Mas não deu certo.

Após acumular dívidas de R$ 1 bilhão, Mansur deixou o comando das companhias. Naquela época, os diretores de ambas buscavam um empréstimo de R$ 102 milhões para pagar salários, fornecedores, aluguéis e comprar mercadorias. Tentativas de vendê-las a empresários estrangeiros não foram bem-sucedidas.

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Antiga loja Mesbla  (Foto: Reprodução - Veja SP)
Antiga loja Mesbla (Foto: Reprodução – Veja SP)

A Mesbla, sob o comando de Mansur, decretou falência em setembro de 1999. O estoque de produtos foi colocado à venda com preços de promoção. À época, uma reportagem do Jornal do Commercio informou que o mercado refletiu que a estratégia de capitalizar a empresa fazendo caixa e aumentar seu valor de mercado se mostrou um erro.

Em 2010, foi relançada como um e-commerce, mas a iniciativa não deu certo e logo saiu do ar.

Arapuã

As Lojas Arapuã foram uma das maiores redes de varejo do país, com mais de 220 lojas espalhadas pelo Brasil e com crescimento até meados dos anos 1980. A empresa, no entanto, sofria com a alta inadimplência de vendas a prazo. Com isso, as dívidas chegaram a ultrapassar o valor de R$ 1 bilhão, principalmente junto a fornecedores.

Em 1998, as Lojas Arapuã pediram concordata e se comprometeram a pagar as dívidas em até dois anos. A partir do acordo, tentou sair do vermelho, aumentando o leque de produtos vendidos, que até então era composto basicamente por eletrodomésticos.

Passou a vender relógios, utensílios domésticos, brinquedos, móveis e eletroeletrônicos. Mesmo com as mudanças, demissões de funcionários e terceirização de serviços, não conseguiu encontrar seu equilíbrio fiscal.

Arapuã (Foto: Reprodução - Veja SP)
Arapuã (Foto: Reprodução – Veja SP)

Judicialmente, a briga era para evitar uma falência, já que seus credores passaram a processar a companhia tentando recuperar o prejuízo.Em 2020, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou mais um pedido de recuperação judicial e decretou, pela segunda vez, a falência da companhia.

G. Aronson

Existia uma grande varejista ameaçava de perto o monopólio das Casas Bahia. G. Aronson, do empresário Girz Aronson era uma empresa bastante promissora na época, mas acabou se afundando em uma montanha de dívidas.

A rede G. Aronson começou a se expandir nos anos 70, após comprar um estoque de fogões Paterno de uma loja falida. A G. Aronson chegou a ter 34 lojas (inclusive algumas em shopping centers de São Paulo) e mil funcionários e chegou a faturar 250 milhões de reais por ano.

Rival das Casas Bahia, G. Aronson, teve falência decretada (Foto: Reprodução - Veja SP)
Rival das Casas Bahia, G. Aronson, teve falência decretada (Foto: Reprodução – Veja SP)

Contudo no dia 10 de setembro de 1998 sua loja foi lacrada. Além disso, em janeiro daquele ano, Aronson deveria ter depositado cerca de R$ 13 milhões, referentes ao pagamento da primeira parcela da concordata. A dívida total com os fornecedores era de R$ 40 milhões.

No entanto, o empresário disse várias vezes que não tinha o dinheiro para quitar o débito e que estava apenas aguardando a decretação da falência ou o aparecimento de uma “boa alma” disposta a adquirir as lojas que restavam. Como resultado, além da loja da Conselheiro Crispiniano, foi lacrado, a pedido da juíza, um depósito localizado na via Anhanguera, informou José Basano Netto, advogado de Aronson.

O que acontece em caso de falência?

Segundo o site UOL, após decretar a falência, os bens da empresa, assim como do empresário, podem ser reunidos e liquidados. Ou seja, serão usados para pagar tudo que deve. Além disso, os proprietários e sócios da empresa não podem exercer qualquer atividade empresarial até o fim do processo judicial de falência.

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