Fim das atividades e falência decretada: O fim de empresa de celulares, rival da Apple, e choro dos usuários
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Famosa marca de celular, rival da Apple, declarou falência
Abrir um negócio, sem sombra de dúvidas, não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar o fim de um grande empreendimento. Dessa vez, por exemplo, falaremos a respeito do fim de uma empresa de celulares, grande rival da Apple.
Para quem não sabe, estamos falando sobre a falência da empresa de celulares Essential. O fim das atividades ocorreu em 2020 e foi confirmado em matéria publicada pelo portal Tech Tudo. Na época, o fim do negócio teve uma grande repercussão, visto que o projeto era tocado por Andy Rubin, considerado o pai do sistema Android.
Quando havia deixado o Google, o executivo conseguiu cerca de US$ 330 milhões (equivalente a R$ 1,4 bilhão) e aproveitou o dinheiro para investir na empresa. O principal produto em desenvolvimento era o GEM, um smartphone com formato similar ao de um controle remoto. O projeto do novo celular foi encerrado pela empresa.
Segundo o Tech Tudo, a rival da Apple fecha as portas mesmo após ter sido considerada uma das fabricantes mais promissoras do Vale do Silício. A Essential já foi avaliada em US$ 1 bilhão em outro momento e cortejada pela Amazon e pelo Wallmart, segundo o jornal The New York Times.
Empresa de celular, rival da Apple, fechou as portas (Foto: Reprodução/ Internet)
Qual empresa estava a beira da falência e foi comprada?
Existe uma marca gigante de smartphones que fez história e a alegria de milhões de brasileiros. Contudo, infelizmente, a empresa não resistiu a concorrência e acabou fechando às portas.
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A mesma empresa até tentou se reerguer e fixar-se mais uma vez no mercado, porém, já era tarde demais., e agora vive apenas na lembrança de quem chegou a possuir um celular da marca. Estamos falando da Nokia, que em meados da década de 90 até o início dos anos 2000, dominava o mercado.
Entretanto, acreditar que isso, por si só, seria o suficiente para se manter líder, foi o pontapé inicial da ruína. Acontece os iPhones da Apple se tornaram interessantes demais aos olhos do público.
Dessa forma, quando a Nokia bateu o martelo e resolveu atualizar os seus aparelhos já era muito tarde, e a marca rival já tinha tomado conta do “do pedaço” e conquistado o espaço que até então era da extinta marca.
A gigante Nokia é uma das empresas de eletrônicos que descansam para sempre – Foto: Reprodução/Internet
Diante a ruína, a empresa que era a gigante do mercado desceu o nível de forma absurda e acabou sendo arrematada. Em 2013, a Microsoft desembolsou 7 bilhões de dólares, o equivalente a mais de R$ 33 bilhões na cotação atual, e adquiriu toda a área mobile da marca.
A fusão entre as duas empresas resultou em inúmeros aparelhos e durou 18 meses, quando o nome Nokia deixou de estampar os aparelhos da Microsoft.