Falência decretada pelo Banco Central: 3 bancos com milhões investidos dão adeus e alerta chega a clientes
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fique por dentro de todos os detalhes da falência decretada pelo Banco Central
E na tarde desta quinta-feira (14), o Banco Central relembra detalhes sobre uma falência decretada pelo Banco Central.
Com nada mais, nada menos que 3 bancos com milhões investidos, as empresas deram adeus e alerta chegou aos clientes. As informações são do portal InfoMoney.
De acordo com o que foi divulgado pela fonte, em fevereiro do ano de 2023, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da BRK Financeira.
Por meio do comunicado que foi divulgado, a autarquia disse que o procedimento foi tomado levando em conta o “comprometimento patrimonial da instituição, as graves violações às normas legais que regulamentam o funcionamento da instituição e o risco anormal a que estão sujeitos os credores quirografários”.
Banco Central do Brasil (Foto: Reprodução / Internet)
Banco Central do Brasil (Foto: Reprodução / Internet)
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Assim, a liquidação da financeira, que tinha uma carteira de R$ 879,2 milhões, por causa do comprometimento patrimonial da instituição, teve o seu martelo batido.
“Com a decretação da liquidação, os investidores que aplicaram em CDBs da financeira vão poder contar com o socorro do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)”, disse o comunicado. Que seguiu: “O FGC já informou que iniciará o pagamento das garantias assim que receber as informações do liquidante. O BC também decretou a liquidação da Portocred e da Municred, cooperativa de crédito dos servidores da prefeitura de Porto Alegre”, pontuou, sobre os três bancos.
O que aconteceu com a BRK Financeira?
É importante salientar ainda que, dados compilados pela Quantum Finance apontam que a financeira possuía 15 Certificados de Depósito Bancário (CDBs) ativos no mercado. A maior parte dos papéis era atrelada ao CDI, enquanto um era indexado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
“O aplicativo vai permitir que o credor, pessoa física, realize a solicitação da garantia totalmente online e o pagamento será realizado diretamente em conta-corrente ou conta de poupança de sua titularidade”, afirma o documento.
No comunicado, o FGC, disse, por fim, que os procedimentos para pagamentos voltados para pessoas jurídicas seriam divulgados logo depois.