Falência: Plano de saúde nº 1 dos idosos afunda, chega ao fim e deixa clientes sem chão
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Um plano de saúde, muito utilizado pelos idosos, acabou fechando as portas de forma abrupta, deixando milhares de clientes sem chão
O Brasil é um dos poucos países do mundo que disponibilizam um serviço de saúde gratuito para população, trata-se do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar disso, as pessoas ainda podem recorrer aos planos de saúde, que é um serviço de assistência médica privada. Nessa matéria, falaremos a respeito de um plano de saúde que acabou fechando as portas.
Não é segredo que o investimento em um plano de saúde é uma despesa significativa para muitas famílias, mas é visto como um necessário para garantir acesso a serviços de saúde de qualidade. Por esse motivo, a falência de um serviço como esse acaba gerando uma enorme preocupação e pode causar um enorme desespero em quem depende do serviço.
De acordo com informações do portal O Tempo, em 29 de janeiro de 2016 os clientes do plano All Saúde, que atingia mais de 35 mil usuários, em sua maioria idosos, foram pegos de surpresa ao procuraram a sede da operadora na rua Caetés, região central de Belo Horizonte. Ao chegarem no local, eles eram informados de que a empresa não existia mais.
Assim, os clientes ficaram sem atendimento médico. Desde então, a empresa se afundou em uma crise e a falência da All Saúde foi iniciada em 2017, o que continuou a gerar controvérsias e incertezas entre credores, fornecedores, trabalhadores e clientes. Outra coisa que chama atenção é a falta de transparência judicial do processo de falência.
A desconfiança de que as falências estão sendo proteladas intencionalmente, a fim de manter vencimentos recebidos da massa falida e controle sobre ativos arrecadados. Em 2021, reportagens do Estado de Minas destacou a prolongada espera por uma resolução e o pagamento devido aos envolvidos. Em maio de 2021, uma reviravolta acabou acontecendo.
Tudo aconteceu quando o empresário Alexandre Costa Pedrosa, sócio majoritário da All Saúde, foi condenado por sonegação fiscal em valores milionários, após denúncia do MPF. Em 2024, são 7 anos que a situação da falência da All Saúde persiste, sem ganhar uma conclusão, e centenas de clientes lidam com as consequências do fim inesperado da empresa.
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All Saúde contava com 35 mil beneficiários (Reprodução: Internet)
Situação do plano de saúde ainda se arrasta na Justiça (Foto: Reprodução/Montagem/TV Foco)
Clientes alegaram que não tiveram aviso prévio do fechamento (Foto Reprodução/Internet)
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.