Falência decretada e briga contra dívidas: Rival da Natura e mais 2 dão ADEUS aos shoppings
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma rival da Natura está brigando contra dívidas e outras 2 empresas fecharam as portas nos shoppings do Brasil. Situação complicada
Existem vários motivos pelos quais as empresas quebram, incluindo a falta de um plano de negócios, a falta de controle financeiro e a falta de conhecimento em gestão de negócios. Nessa matéria, por exemplo, falaremos sobre a falência de uma rival da Natura no Brasil e mais cinco companhias que deram adeus aos shoppings.
Revlon
Em junho de 2022, segundo informações da CNN Brasil, a Revlon, gigante de cosméticos e rival da Natura, entrou com um pedido de proteção contra falência por causa de sua dívida incapacitante e da crescente competição de marcas de celebridades. Na época, a marca estava recebendo US$ 575 milhões em financiamento de devedor para ajudar a sustentar suas operações diárias.
Entretanto, em abril de 2023, segundo o portal Fashion Network, o juiz de falências de Manhattan, David Jones, encarregado de supervisionar a falência da empresa sob o Capítulo 11, disse que a Revlon chegou a "um acordo multifacetado e árduo" que resolve uma "série de riscos que ameaçavam a empresa", incluindo um litígio "debilitante" entre seus credores.
De acordo com o plano, os credores da Revlon assumirão a propriedade da empresa em troca de um acordo de redução da dívida, anulando o valor do capital dos atuais acionistas. A empresa reestruturada planeja arrecadar US$ 670 milhões após sair da falência com a venda de novas ações. Vale lembrar que a reorganização da Revlon foi apoiada por 88% dos 4.500 credores.
Polishop
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Em maio deste ano, segundo informações da CNN Brasil, a Polishop entrou com pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O processo, de tramitação prioritária, está a cargo do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, que ainda analisa o pedido.
Em abril deste ano, o presidente e fundador da Polishop, João Appolinário, afirmou ao Estadão/Broadcast que a companhia buscava uma reestruturação extrajudicial junto a seus credores. Na época, ele disse que o endividamento bancário da empresa havia diminuído de R$ 270 milhões em janeiro de 2022 para R$ 84 milhões em 2024.
Saraiva
Em outubro de 2023, segundo informações do portal Info Money, a Justiça de São Paulo decretou a falência da rede de livrarias Saraiva. O pedido foi feito pela própria empresa, que já teve a maior rede de livrarias do país, em meio ao processo de recuperação judicial, por causa de uma dívida de R$ 675 milhões.
A Saraiva decretou autofalência, e foi atendida nesta sexta-feira, 6, pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Capital Na decisão, o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho indicou que foi descumprido o plano de recuperação judicial e determinou a suspensão de ações e execuções contra a empresa.
A Revlon está tentando se recuperar no mercado (Reprodução: Internet)
Polishop shoppings (Reprodução: Polishop/Divulgação)
A rede foi à falência em outubro de 2023 (Reprodução: Internet)
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.