Globo

Fantástico encerra de maneira cruel, faz âncoras perderem o chão e comunicar dá pior notícia do mundo

Tadeu Schmidt e Poliana anunciaram tragédia na Globo - Foto: Reprodução
Tadeu Schmidt e Poliana anunciaram tragédia na Globo – Foto: Reprodução

O Fantástico deste domingo anunciou várias tragédias e terminou com uma bomba trágica sobre o estado em que estão os brasileiros

O Fantástico da noite deste domingo (15) mais uma vez deu uma notícia pra lá de cruel para os seus telespectadores, logo na parte final. É que o programa da Globo novamente deu os números da pandemia de Coronavírus em todo o Brasil, no momento em que a situação está cada vez mais crítica com milhares de mortos no Brasil.

É que o consórcio de veículos de imprensa em que a Globo está inserida mostra que o Brasil registrou 1.111 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou neste domingo (14) 278.327 óbitos. Isso fez a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegar a 1.832, novamente um recorde em relação às semanas anteriores.

Brasileiros no paredão da vida real

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +50%, mostrando um enorme aumento no número de óbitos. O levantamento foi consolidado às 20h deste domingo (15) e apresentado por Tadeu Schmidt e Poliana Abrita no Fantástico, principal programa jornalístico da Globo que foi ao ar após o Domingão do Faustão.

Poliana Abrita abriu o Fantástico na Globo - Foto: Reprodução
Poliana Abrita abriu o Fantástico na Globo – Foto: Reprodução

Antes, os âncoras do Fantástico anunciaram outra tragédia. “Neste domingo os assassinatos de Marielle e Anderson Gomes completa três anos, e até hoje a pergunta sem uma resposta. A principal delas é “quem mandou matar Marielle”, anunciou Poliana Abrita no comando do programa da Globo, exibido na noite deste domingo.

Participe agora do grupo do TV FOCO no Telegram e receba tudo sobre BBB - Clique aqui

Siga o TV FOCO no Google Notícias e receba as informações bombásticas da TV e dos famosos em primeira mão - Clique Aqui!

Sobre o autor

Fernando Lopes

Escreve sobre televisão desde 2013.