FGTS libera saque de até R$ 6.220 para moradores de 2 cidades que podem retirar o dinheiro até 1º de setembro
Trabalhadores de Fonte Boa, no Amazonas, e Prainha, no Pará, têm até 1º de setembro de 2026 para solicitar o Saque Calamidade do FGTS. A medida atende moradores cujas residências foram atingidas por desastres naturais reconhecidos oficialmente.
O FGTS permite retirar até R$ 6.220 por conta vinculada, desde que exista saldo disponível. Entretanto, o valor não representa um pagamento fixo, pois cada trabalhador recebe conforme o dinheiro disponível em sua conta.
Prazo vale para duas cidades
A lista oficial do FGTS confirma Fonte Boa com prazo até 1º de setembro, em uma habilitação relacionada à Portaria nº 1.863. Prainha também aparece na relação vigente com a mesma data limite.
Em Fonte Boa, a Caixa informou que a liberação ocorreu após inundações que atingiram o município. Além disso, a Defesa Civil identificou os endereços que podem participar da modalidade.

Já em Prainha, a Caixa relacionou a liberação às inundações registradas na cidade. Assim, os moradores precisam estar dentro das áreas identificadas pelas autoridades municipais.
Vale destacar que Fonte Boa também aparece atualmente com outra habilitação, vinculada à Portaria nº 2.584, cujo prazo termina em 11 de novembro. Portanto, o trabalhador deve conferir a situação correspondente ao seu endereço no sistema oficial.
Leia também
Quem pode retirar o dinheiro
O FGTS estabelece o Saque Calamidade para situações em que desastres naturais atingem diretamente a residência do trabalhador. Entre os eventos previstos estão enchentes, inundações, alagamentos, vendavais e outros fenômenos reconhecidos pela regulamentação.
Além disso, o município precisa estar habilitado pela Caixa após o reconhecimento oficial da situação de emergência ou calamidade. Portanto, apenas o registro de um desastre não libera automaticamente os valores.
O limite chega a R$ 6.220 em cada conta vinculada do FGTS, sempre respeitando o saldo existente. Por exemplo, uma conta com R$ 2 mil permite retirada de até R$ 2 mil.
Em regra, o trabalhador também precisa respeitar um intervalo mínimo de 12 meses entre saques pela mesma modalidade. Existem, contudo, exceções estabelecidas para situações específicas por normas federais.
Como solicitar o saque
O pedido do FGTS pode ser feito pelo aplicativo oficial, sem necessidade de comparecimento inicial a uma agência. Para isso, o trabalhador deve acessar a área de saques e escolher a opção referente à calamidade pública.

Depois, é necessário informar o município, indicar o endereço e encaminhar a documentação solicitada. A Caixa permite ainda escolher uma conta bancária para receber os recursos, inclusive de outras instituições financeiras.
Entre os documentos exigidos estão identificação, CPF e comprovante de residência emitido dentro do período estabelecido. A Caixa também pode solicitar uma foto do trabalhador segurando o documento de identificação.
Quando o comprovante estiver em nome do cônjuge ou companheiro, o trabalhador pode apresentar certidão de casamento ou escritura pública de união estável. Além disso, existem alternativas para quem não possui comprovante convencional.
Portanto, moradores elegíveis de Fonte Boa e Prainha devem concluir o pedido até 1º de setembro. O FGTS não libera o dinheiro automaticamente, e a análise depende do cumprimento das exigências.
Assim, quem reside nas áreas atingidas deve consultar a habilitação, conferir o saldo e reunir os documentos antes do prazo. Dessa forma, o trabalhador pode solicitar o FGTS dentro das regras e evitar problemas na análise do pedido.
Tópicos nesse artigo:
Autor(a):
Wellington Silva
Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu



