Filho de Edir Macedo é condenado após humilhar funcionária da Record
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Moysés Macedo, filho de Edir Macedo, dono da Record, foi condenado (Reprodução: Twitter)
Herdeiro do bispo Edir Macedo, dono da Record, Moysés Macedo foi condenado pela Justiça após humilhar uma funcionária e dizer que a mulher é portadora do vírus da aids
Moysés Macedo, filho do bispo Edir Macedo, dono da Record TV e da Igreja Universal do Reino de Deus, foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar uma funcionária da empresa de seu pai, após o jovem utilizar seu perfil nas redes sociais para humilhar a massagista, atacá-la por ser nordestina e difamar a mulher ao insinuar que ela teria “aids”.
De acordo com informações do site da revista Fórum, o juiz Marcelo Augusto de Oliveira, da 41º Vara Cível de São Paulo, condenou o filho de Edir Macedo a pagar R$ 40 mil como forma de indenização à funcionária da Record TV, que não teve a identidade divulgada, a fim de preservar sua imagem.
Filho de Edir Macedo, e herdeiro da Igreja Universal do Reino de Deus, bem como da própria Record TV, Moysés Macedo utilizou seu perfil no Twitter para insultar a massagista, chamando-a de “puta”. “Massagem com uma p*** baiana e agora to com nojo”, “gorda falei p ela sair de mim e disse ‘boa sorte na sua carreira’”, “não recomendo que ninguém faça massagem na record e se for fazer cuidado com (nome)” e “ela tem aids”, foram as mensagens do filho do dono da emissora e da igreja.
Ao emitir decisão favorável à funcionária e condenando Moysés Macedo a indenizar a mulher, o juiz afirmou que o herdeiro da Record fez uso de sua “superioridade hierárquica” para “diminuir e menosprezar” a vítima “em privada e em público de forma abjeta”.
“O autor, aproveitando-se da sua posição de superioridade hierárquica, difundida na condição de filho do proprietário da emissora de televisão, julgou-se no direito de fazer pouco da honradez da autora, diminuindo-a e menosprezando-a, em privado e em público, de forma ignóbil e abjeta, com a única finalidade de humilhá-la. É o bilinguis maledictus de que fala a Bíblia”, afirmou o magistrado na sentença que condenou o filho do dono da Record.