Falência e compra por rival: O fim vexatório de banco gigante no país após patrocinar Corinthians e Botafogo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

02/02/2024 23:54

2 min

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Um dos maiores bancos no Brasil sofreu fim e precisou declarar falência após patrocinar o Corinthians e o Palmeiras

Um dos maiores bancos no Brasil teve um fim vexatório, vendido a preço de banana por gigante mesmo após conseguir patrocinar o Corinthians e o Palmeiras.

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Esse banco chegou a estampar a camiseta de dois clubes gigantes, teve a virada de chave pouco tempo depois mas não resistiu ao fim.

Com sua cartela gigante de clientes, ele precisou transferir os nomes para a outra instituição, que comprou os valores do banco por preço bem abaixo.

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O QUE ACONTECEU COM O EXCEL-ECONÔMICO?

De acordo com informações da Folha de São Paulo, em 1999, Excel-Econômico foi um banco brasileiro de propriedade de Ezequiel Nasser fundado em 1990 como Banco Excel.

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Banco Excel-Econômico (Reprodução - Internet)-

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Banco Excel-Econômico (Reprodução - Internet)-

No ano de 1996 adquir o Econômico (que passava por dificuldades financeiras) com o auxílio do governo federal através do Proer, mudando sua denominação para Banco Excel – Econômico.

Em 1997, entra no futebol patrocinando o Corinthians, o Botafogo, o Vitória e o América-MG. Após passar por dificuldades financeiras foi adquirido em 1998 pelo Banco Bilbao Vizcaya Argentaria.

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Na época da venda, segundo a Folha, o controle do Excel Econômico foi transferido ao espanhol Bilbao Vizcaya pelo valor simbólico de R$ 1,00. A família Nasser, controladora, entregará os 55,45% de ações ordinárias que possui e receberá praticamente nada em troca.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a família Nasser negou essa informação. A Folha apurou com pessoas próximas à negociação que, depois de feita a análise da contabilidade do banco brasileiro, foi encontrada uma grande quantidade de créditos podres no ativo.

Tamanha foi a diferença, em torno de R$ 700 milhões a R$ 900 milhões, que ela superou qualquer valor que poderia ser pago aos controladores. O preço só foi fixado em R$ 1,00 para que a transferência pudesse ser juridicamente caracterizada como uma operação de compra e venda.

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Sou Bruno Zanchetta, jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de 4 anos com experiência em redação jornalística, análise e métricas de SEO. Especialista TV Foco em matérias automotivas e esportivas, mas, escrevo um pouco de tudo. Triatleta e torcedor do São Bernardo Futebol Clube! Bruno Zanchetta no linkedin e meu e-mail profissional é: bruno.zanchetta@otvfoco.com.br