Engolida pela Claro: Fim de operadora gigante vendida por R$ 3,5 bilhões e anúncio bomba de nova rival
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fornecedora de chips fez sucesso durante anos no país, mas acabou se fundindo com outra grande marca do setor
Hoje, a Claro, a Vivo e a Tim dominam o mercado dos planos de celular. Mas, há alguns anos, uma outra grande empresa teve forte destaque nacional.
Oferecendo chamadas via rádio e aparelhos adaptados à própria tecnologia, a Nextel tinha o modelo como um carro-chefe sobre as vendas. Porém, com o passar do tempo, o diferencial acabou se tornando desinteressante ao público, o que motivou seu fim.
Para quem não se lembra, a marca foi lançada na década de 90, mas, em 2019, foi oficialmente vendida para a Claro, que segue em atividades. Segundo o jornal O Globo, a negociação teria sido finalizada na casa dos R$ 3,5 bilhões, extinguindo de vez o antigo nome.
Agora, uma nova empresa está prestes a entrar na competição. De acordo com a revista Valor Econômico, o Nubank vai se tornar uma operadora móvel virtual, utilizando a infraestrutura da própria Claro. O grupo bancário deve começar com as operações já no próximo semestre.
O anúncio, como já era de se esperar, colocou em risco outras empresas tradicionais, como a Vivo e a Tim. Especialistas apontam que ambas vão sofrer com a potencial queda no mercado, que será inevitável com a mudança de clientes e as propostas que devem surgir.
Por que acabou a Nextel?
Apesar do sucesso no passado, a operadora sofreu com a mudança tecnológica e não se adaptou às novidades oferecidas pelas concorrentes aos novos celulares. Segundo o TecMundo, houve uma enorme perda de atrativo pelo serviço via rádio.