Encerrou as atividades: O fim de serviço vital das Casas Bahia após 18 anos e unidade abandonada
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Um dos pontos mais tradicionais da varejista fechou as portas e cedeu espaço para uma outra instituição, que assumiu local com alto fluxo de visitas
Em março do ano passado, a Casas Bahia deu fim a uma das lojas mais importantes desde sua fundação. Por quase duas décadas, a companhia manteve em aberto as portas do Edifício João Brícola, no Centro histórico de São Paulo.
O anúncio pegou clientes e moradores de surpresa, já que, naquela região, o fluxo de visitas é intenso todos os dias, chamando também atenção para outros comércios, além do Shopping Light. Segundo o jornal Metrópoles, desde a pandemia, os lojistas precisaram mudar a rota, principalmente para lidar com altos aluguéis.
Ainda de acordo com a publicação, durante alguns meses, após o fechamento das Casas Bahia, que esteve no local durante 18 anos, moradores de rua assumiram as calçadas e chegaram a montar tendas em frente às portas que estavam abaixadas, apenas sinalizando com um aviso para quem passava por ali: “Estamos fechados temporariamente.”
Na época, a indicação foi de que os clientes procurassem por outras unidades nos bairros próximos, como Santa Cruz e Cambuci. O Edifício João Brícola, para quem não conhece, fica perto do Theatro Municipal, com vista para a Prefeitura de São Paulo. Aliás, o mesmo lugar foi a casa da Mappin, a primeira loja de departamentos brasileira, entre as décadas de 30 e 90.
Porém, segundo a revista Veja, em maio, o prédio foi entregue para o Sesc, agora com programações voltadas às atividades culturais, esportivas e de lazer. Em nota, a instituição confirmou a aquisição do espaço e revelou que o planejamento sobre as reformas ainda está em andamento, sem previsão de data para a reabertura e inauguração.
O que está acontecendo com a Casas Bahia?
No último ano, por causa de uma ação para reorganizar as contas, a varejista fechou diversas lojas. Hoje, de acordo com as informações divulgadas pela própria empresa, eles mantêm cerca de 900 delas em funcionamento, distribuídas em 22 estados do Brasil. Em 2024, o grupo anunciou que entrou com pedido de Recuperação Judicial, na intenção de dar fim a uma dívida de R$ 4,1 bilhões.