Flordelis vê celular do marido mandar mensagem depois de morto, polícia vai pra cima e descobre se aparelho foi jogado ao mar por deputada
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Flordelis passou a ser investigada pela polícia (Foto: Reprodução)
E mais uma vez o desdobramento do caso do assassinato do Pastor Anderson do Carmo toma ouros rumos, e situação de Flordelis fica difícil. Dessa vez, a polícia está investigando o paradeiro do celular da vítima, que aparentemente teve seu aparelho jogado ao mar, após o crime acontecer.
Dessa vez, um mototaxista da Região Oceânica de Niterói foi acompanhado, às 15h desta quarta-feira, para dar depoimento sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo. Os agentes de segurança pública receberam a informação de que o mototaxista levou uma neta da deputada federal Flordelis até a Praia de Piratininga, e lá ela teria arremessado o aparelho celular ao mar.
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A localização da praia fica uns oito quilômetros de distância da casa da família. A ato de jogar o celular no mar teria acontecido no último dia 18, mesma dia em que equipes da DH investigaram a casa onde o crime aconteceu. A polícia do Rio de Janeiro apura se o aparelho era de Flávio dos Santos, filho de Flordelis que está preso por ter confessado ter matado o pastor Anderson do Carmo. O motoqueiro chegou à delegacia em uma viatura descaracterizada e prestou depoimento.
Flordelis e o pastor Anderson do Carmo Souza (Foto: Reprodução/Instagram)
A neta que supostamente jogou o celular ao mar já foi interrogada pela polícia carioca. No dia 24, segunda-feira, a DH recolheu 20 celulares de pessoas que estavam na residência da deputada federal Flordelis (PSD). Porém, em um dos aparelhos, a polícia descobriu que o celular do pastor Anderson do Carmo foi usado horas depois de ter sido assassinado.
No aparelho, a polícia encontrou mensagens que pediam orações e diziam que infelizmente as informações eram verdadeiras, foram transmitidas do celular do pastor Anderson do Carmo, para um grupo de evangélicos do aplicativo WhatsApp. A pessoa que se identificou no texto, informou apenas que é um dos filhos do religioso.