Fusão com a Claro e R$ 3,5 bilhões: O fim de operadora popular depois de revolucionar celulares no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Empresa esteve entre as mais bem-sucedidas do país, oferecendo serviço único, mas não se adaptou às mudanças do mercado e se entregou a uma das maiores concorrentes
Líderes do setor de telefonia e internet, a Claro, a Vivo e a Tim dominam as vendas dos planos de celular no Brasil. Mas, até 2019, uma outra grande marca teve um forte destaque nacional, com uma proposta de exclusividade e modernidade nas décadas passadas.
Foram longos anos de sucesso, mas o avanço da tecnologia e as mudanças do mercado fizeram com que a companhia acabasse não acompanhando o ritmo das concorrentes. Antes de encerrar as atividades de vez, o grupo optou pela fusão com uma das três gigantes do país.
Oferecendo chamadas via rádio e aparelhos adaptados às próprias ferramentas, a Nextel tinha esse modelo como o carro-chefe sobre as vendas, se destacando das demais. Porém, com o passar do tempo, o diferencial acabou se tornando desinteressante ao público, o que motivou seu desligamento geral e o fim dos antigos serviços.
Segundo o jornal O Globo, a empresa decidiu vender suas operações para a controladora da Claro, que segue firme no 2º lugar da lista das operadoras com o maior número de clientes. As negociações teriam sido finalizadas na casa dos R$ 3,5 bilhões, extinguindo de vez o antigo nome da marca que teve 28 anos de história no Brasil, até ser totalmente engolida pela atual dona.
Este ano, a Agência Nacional de Telecomunicações revelou que a Vivo é a atual líder do ranking, mantendo mais de 100 milhões de chips ativos no país, seguida pela Claro, com 87,8 milhões, e pela Tim, com 61,5 milhões. Ainda em 2024, o Nubank também planeja o lançamento de uma operadora móvel virtual e já recebeu aval da Anatel para começar a operar no próximo semestre.
Qual a função da Anatel?
Em parceria com o Governo Federal, a Agência Nacional de Telecomunicações é responsável por regulamentar a comunicação no território nacional. Essa entidade fiscaliza, impõe regras e tem papel de intermediar questões necessárias entre as operadoras e os consumidores.