Grande diferença entre GfK e IBOPE está na quantidade de TV’s ligadas

[caption id="attachment_322942" align="aligncenter" width="436"] Ricardo Monteiro, executivo da GfK (Foto: Reprodução/NTV)[/caption] O GfK chegou no último mês para balançar de vez o mercado de medição de audiência televisiva no Brasil. Mas pera! Balançar o quê? O que se vê é…

07/11/2015 17:10

1 min

Continua depois da publicidade

Ricardo Monteiro, executivo da GfK (Foto: Reprodução/NTV)

Ricardo Monteiro, executivo da GfK (Foto: Reprodução/NTV)

Continua depois da publicidade

O GfK chegou no último mês para balançar de vez o mercado de medição de audiência televisiva no Brasil. Mas pera! Balançar o quê? O que se vê é que o instituto contratado por Record, SBT e RedeTV! ainda não chegou nem perto de divulgar seus primeiros números de audiência.

Nos últimos dias, mais uma notícia sobre o novo instituto: o GfK no Brasil ganhará um novo diretor. Os primeiros resultados das medições então... De acordo com os colunistas especializados em crítica de televisão, só serão divulgados a partir do próximo ano.

Continua depois da publicidade

Mesmo os números estando guardados a sete chaves, de acordo com o jornalista Fernando Oliveira, há uma coisa sobre eles que já é de conhecimento da mídia. A grande diferença entre o GfK e o IBOPE está no share. Ou seja, o GfK consegue observar mais televisões ligadas no país.

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade

Leia também

Quer receber avisos de notícias no seu dispositivo? Ative as notificações do TV Foco.

Tópicos nesse artigo:

Continua depois da publicidade

Apaixonado pelo mundo da televisão, Fernando Lopes escreve sobre o assunto no TV Foco desde 2013.