Grave problema de visão: As 3 marcas de remédios proibidas pela Anvisa arrancadas dos mercados e situação hoje
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
As marcas de remédios foram arrancadas dos mercados com urgência pela autarquia
Do simples ao extraordinário, todos os consumidores desejam levar para casa produtos de qualidade. Para isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) entra em cena com o objetivo de promover a proteção da saúde da população.
Por intermédio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, o órgão fiscaliza todos os produtos que chegam ao grande público.
Diante do controle essencial para a segurança e bem estar da população, a ANVISA bateu o martelo e proibiu 3 marcas de remédios por grave risco à saúde.
Acontece que a autarquia proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e o uso dos produtos das marcas Visipro, Sulinex e Ocularis. Vale lembrar que os produtos eram divulgados de forma irregular em sites, com indicação para tratamento de problemas de visão como catarata, glaucoma, degeneração macular e outros.
As 3 marcas de remédios proibidas pela Anvisa – Foto: Reprodução
Por sua vez, a Resolução RE 2.892/2023, do dia (07/08), determina a apreensão dos produtos em questão. A proibição da ANVISA foi adotada depois de denúncias e a comprovação que os suplementos alimentares eram de marcas desconhecidas.
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É importante destacar que propagandas com alegações de tratamento, prevenção ou cura de qualquer doença, ou problema de saúde, inclusive relacionados à visão, não é permitido para qualquer alimento.
Vale lembrar que, apesar da proibição dos medicamentos das 3 marcas de remédios pela Anvisa, elas seguem em atividade, atualmente, com os demais produtos.
Quando a Anvisa foi fundada?
A autarquia foi fundada no dia 26 de janeiro de 1999, e se tornou a principal responsável por fazer o monitoramento dos produtos que serão comercializados nos mercados e farmácias.
Agentes da Vigilância Sanitária – Foto: Reprodução/Internet