Proposta de nova lei pode reduzir pedidos no iFood com 3 exigências em debate no Congresso no Brasil; saiba mais

Antes de tudo, uma proposta de nova lei para aplicativos como o iFood pode provocar uma forte redução no número de pedidos no Brasil. Isso acontece porque as mudanças discutidas no Congresso tendem a encarecer as entregas e alterar o modelo atual do setor.

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Além disso, estudos apontam que o volume de pedidos pode cair drasticamente, já que parte dos consumidores deixaria de usar o serviço com preços mais altos.

Taxa mínima por entrega pode encarecer pedidos

Em primeiro lugar, a principal mudança envolve a criação de um valor mínimo por entrega, que pode ficar entre R$ 8,50 e R$ 10, além de cobrança por quilômetro rodado.

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Assim, pedidos mais baratos como lanches ou refeições simples, ficariam proporcionalmente mais caros, o que tende a afastar consumidores.

Segundo análise do próprio setor, isso pode reduzir significativamente o uso da plataforma e até inviabilizar pedidos de menor valor.

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Nova lei também prevê regras mais rígidas para plataformas

Além disso, a proposta inclui outras exigências importantes:

  • maior transparência nos algoritmos
  • limite nas taxas cobradas pelas plataformas
  • contribuição previdenciária obrigatória

Dessa forma, o objetivo do governo é garantir mais proteção e segurança para os entregadores.

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Menos pedidos pode significar menos renda para entregadores

Por outro lado, empresas do setor alertam para um possível efeito contrário. Com menos pedidos, a tendência é haver queda na demanda por entregas, o que pode reduzir a renda total dos trabalhadores, mesmo com taxas maiores por corrida.

Além disso, existe o risco de restaurantes passarem a contratar entregadores próprios, diminuindo o uso das plataformas.

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Pedidos no iFood podem realmente cair com nova lei?

Por fim, a resposta é: sim, existe esse risco. A combinação de preços mais altos e novas regras pode levar a uma redução significativa no número de pedidos.

Em resumo, a proposta ainda está em discussão, mas já gera impacto direto no setor, dividindo opiniões entre governo, empresas e trabalhadores.