“Aprovou”: Renata o paralisa JN às pressas com NOVA LEI que traz proibição e atinge todos os bares do Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Sem pensar duas vezes, Renata paralisa o JN com lei que traz proibição e atinge todos os bares do Brasil
O Jornal Nacional, JN, da Globo, apresentado por William Bonner e Renata Vasconcellos, sem dúvidas, é a principal atração jornalística do canal dos Marinhos.
Dito isso, é por meio do JN, que milhões de telespectadores ficam bem informados sobre os principais fatos que acontecem no Brasil e no mundo.
William Bonner e Renata Vasconcellos na bancada do Jornal Nacional, o noticiário mais importante do país (Foto: Divulgação / TV Globo)
William Bonner ao vivo no Jornal Nacional (Foto: Reprodução / TV Globo)
Renata Vasconcellos - Foto Reproduçã Globo
Como exemplo, podemos citar a edição exibida em 07/12/2023, quando o JN foi paralisado por Renata Vasconcellos com uma nova lei que traz proibição e atinge todos os bares do Brasil. Vamos conferir?
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Bom, para melhor entender, na ocasião foi noticiado sobre um protocolo para combater violência contra mulheres em bares, boates e shows com bebidas alcoólicas.
Como funciona a Lei “Não é Não”?
Dessa forma, Renata Vasconcellos disparou: “A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria um protocolo de combate e prevenção da violência contra mulher”, disse ela, chamando a reportagem.
“Quando uma mulher diz não, é não. E se isso vira lei…”, iniciou… “Isso dá uma condição para que a mulher se sinta também mais confortável, mais protegida, que possa, que tenha conhecimento dos espaços onde está e o que possa ser feito”, elogia a assistente social Mirela Martins, no JN.
Dito isso, foi explicado que: “O protocolo deverá ser aplicado em casas noturnas, boates, espetáculos musicais em locais fechados e shows com venda de bebida alcoólica, e em competições esportivas. O texto não cita explicitamente bares, mas a autora da proposta, deputada Maria do Rosário, do PT, disse que eles são considerados casas noturnas”, disse.
E então, o JN seguiu dando detalhes: “O projeto batizado de “Não é Não” prevê o combate a dois tipos de agressões a mulheres:
- o constrangimento: que é a insistência – física ou verbal – mesmo depois de a mulher mostrar que não quer algo
- a violência: uso da força que resulte, por exemplo, em lesão, dano psicológico ou morte”, disse.
Por fim, é importante falar que para virar lei, falta só a sanção presidencial. Depois, o prazo para o protocolo entrar em vigor é de 180 dias.