“R$2 bilhões”: Joel Datena paralisa a Band com terror de falência de empresa colossal e situação AGORA (26)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Joel Datena traz situação delicada de empresa gigante e dívida bilionária: “Como eles vão pagar?”
Nos últimos anos, muitas empresas lutam contra os prejuízos deixados pela pandemia de Covid-19. Nesse cenário, uma gigante do mercado teve sua situação delicada exposta por Joel Datena na Band.
O jornalista trouxe uma das situações mais comentadas nos últimos meses, com uma empresa tradicional que enfrenta o risco iminente de falência devido a dívidas bilionárias.
A situação em questão é a da 123 Milhas, uma agência de viagens que recentemente chocou o Brasil ao deixar milhares de clientes no prejuízo.
Em setembro do ano passado, durante o programa ‘Bora Brasil’, Joel Datena questionou de forma contundente: “Os caras estão devendo 2 bilhões de reais, e como eles vão pagar?”
Esta empresa, sem dúvida, é um dos exemplos mais emblemáticos dos setores mais afetados pela pandemia. As restrições de viagens e o consequente isolamento social tiveram um impacto devastador em seu modelo de negócio.
Thaís Dias, co-apresentadora do programa, trouxe na época novidades sobre o caso, informando que a Justiça suspendeu o pedido de recuperação judicial da empresa.
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Situação agora
A saga legal da 123 Milhas tem sido tumultuada desde o pedido de recuperação judicial em agosto de 2023. Decisões judiciais têm sido emitidas e revogadas, gerando incerteza sobre o futuro da empresa.
Esta instabilidade tem deixado credores e consumidores preocupados com o desfecho da situação, principalmente porque, segundo o G1, a empresa ainda não apresentou o plano de recuperação judicial.
Em janeiro de 2024, o processo havia sido suspenso mais uma vez pela Justiça, aguardando uma decisão sobre a inclusão de outras empresas do mesmo grupo no pedido de recuperação.
O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor expressou preocupações sobre os potenciais prejuízos causados aos credores e aos milhares de consumidores afetados pela paralisação da recuperação judicial.
Por conta disso, o desembargador Alexandre Victor de Carvalho ordenou a retomada da recuperação judicial. “O perigo de dano é notório, pois a paralização indevida tem o potencial de frustrar a satisfação do crédito de milhares de credores, em especial os consumidores”, alegou.
Contudo, dois dias depois da decisão, no dia 1 de março, o juiz Adilon Cláver de Resende, da 1ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte, prorrogou por mais 180 dias o prazo de suspensão das ações.
A paralisação das execuções contra as empresas aconteceram em resposta a um pedido das própria 123 milhas que, segundo o G1, só “irá comentar o assunto só após receber a intimação judicial com a decisão do TJMG”.
Enquanto a saga jurídica da 123 Milhas continua, a incerteza paira sobre o destino dessa gigante do mercado de viagens, enquanto credores e consumidores acompanham aflitos.
A 123 milhas pode falir?
A possibilidade de a 123 Milhas falir existe, mas não é uma certeza. A empresa está enfrentando grandes dívidas e problemas legais, mas está tentando se reerguer através da recuperação judicial.
Esse processo ajuda empresas com dificuldades financeiras a se reorganizarem. No entanto, ainda há incerteza sobre o resultado final, especialmente com as incertezas no processo legal.
Para evitar a falência, a empresa apresentará um plano de recuperação judicial para os credores, com o objetivo de quitar suas dívidas e continuar no mercado.
A falência poderá, de fato, ocorrer caso a empresa não consiga seguir o plano de recuperação judicial, visto que não terá outra alternativa para pagamento dos credores.