Jornal da Globo confirma morte da jornalista Gloria Steinem
Nesta quinta-feira (03), o Jornal em Ponto, da GloboNews, confirmou a morte da jornalista e ativista norte-americana Gloria Steinem, aos 92 anos.
Considerada uma das principais referências do movimento feminista nos Estados Unidos, a jornalista morreu em sua casa, em Nova York.
Nesta matéria, você saberá:
- Jornal da Globo confirma morte de Gloria Steinem
- Trajetória de Steinem no jornalismo e no movimento feminista
Fundação confirma morte de jornalista
A Fundação Gloria Steinem comunicou a morte da jornalista, que faleceu nesta quarta-feira (02).
No comunicado, a fundação destacou a importância da famosa e de sua trajetória na luta pela igualdade.
De acordo com a entidade, Gloria Steinem continuou trabalhando em defesa dos direitos das mulheres até o fim da vida.
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“Ontem, Gloria Steinem faleceu pacificamente em sua casa na cidade de Nova York, cercada por algumas das muitas pessoas que a amavam. O quase um século de vida de Gloria foi bem vivido, e ela continuou trabalhando pela igualdade até o fim”, disse a fundação.
No entanto, até o momento, a causa da morte não foi revelada.
Gloria Steinem se tornou um dos maiores nomes do feminismo
De fato, Gloria Steinem construiu uma carreira marcada pelo jornalismo, pelo ativismo e pela defesa dos direitos das mulheres.
A comunicadora ganhou projeção durante a segunda onda do feminismo nos Estados Unidos, em 1960.
A partir daquele período, Gloria Steinem passou a defender mudanças sociais e políticas para ampliar os direitos das mulheres.
Além disso, a jornalista trabalhou pela participação feminina na política e pelo combate à desigualdade de gênero.

Jornalista se infiltrou na Playboy para fazer reportagem
De acordo com informações da Globo, Gloria Steinem também ganhou reconhecimento por reportagens investigativas.
Em 1963, a jornalista publicou uma reportagem sobre as condições de trabalho no império da revista Playboy, de Hugh Hefner.
Para realizar a investigação, Gloria Steinem se infiltrou no local e trabalhou durante 11 dias disfarçada de “coelhinha da Playboy”.
Artigo ajudou a consolidar liderança no movimento
Em seguida, em 1968, Gloria Steinem escreveu o artigo “Depois do ‘Black Power’, a Libertação das Mulheres”.
O texto contribuiu para consolidar a jornalista como uma das principais líderes do movimento feminista no país.
Entre os principais projetos de Gloria Steinem está a revista Ms., criada na década de 1970.
A publicação se tornou uma referência ao abordar temas relacionados ao feminismo, aos direitos femininos e às questões sociais e políticas que afetavam essa parcela da população.
Por fim, a comunicadora participou da criação de diferentes organizações voltadas à defesa dos direitos das mulheres.
Entre elas estão a Coalizão de Mulheres Sindicalistas, o Centro de Mídia de Mulheres, a Eleitores pela Escolha e a Fundação Ms. para as Mulheres.

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Autor(a):
Giovana Misson
Formação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, é colunista do portal TV Foco desde 2020, com foco em beleza, televisão e celebridades. Com apuração jornalística rigorosa, tem como compromisso informar o público com credibilidade e precisão. Apaixonada por moda e pelo universo das celebridades, acompanha de perto as principais tendências e acontecimentos. Antes disso, atuou como assessora de imprensa e redatora.



