Tchau, R$ 1.412: Lei de Lula ao INSS arma adeus do benefício a 800M idosos 60+
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Longa lista de beneficiários pode perder acesso ao salário mensal, após o Governo Federal anunciar pente-fino nos pagamentos
Se você é aposentado ou pensionista, fique atento às informações divulgadas sobre o INSS! Este semestre, a equipe do presidente Lula confirmou que vai promover uma série de cortes nos benefícios liberados pela instituição.
Hoje, de acordo com dados do Governo Federal, a Previdência é responsável por liberar cerca de 25 programas assistencialistas para diferentes grupos sociais. Em contrapartida, mais de 40 milhões de cidadãos brasileiros recebem algum benefício.
Segundo jornal O Globo, o poder público tem um gasto de quase R$ 1 trilhão por ano com os pagamentos, o que representa um valor bem alto para os cofres. Com isso, a expectativa é reduzir, pelo menos, R$ 19,3 bilhões para o Orçamento de 2025.
Afinal, o INSS vai cortar o salário?
Entre os benefícios que passarão pelo pente-fino, aparecem o Auxílio-doença, a aposentadoria por tempo de contribuição e idade, pensões por morte e o Benefício de Prestação Continuada. Isso poderá causar o bloqueio de cerca de 800 mil idosos convocados para revisão.
Para quem não sabe, o BPC garante o pagamento de um salário mínimo mensal ao idoso de baixa renda. No próximo ano, o valor sobe para R$ 1.509. Ele não é previdenciário e também não depende de prévias contribuições, mas é preciso que os dados estejam atualizados no CadÚnico.
Neste caso, o processo é feito pelo Centro de Referência de Assistência Social, o CRAS. Já para o restante das aposentadorias e pensões, continua sendo feito normalmente pelo aplicativo da instituição ou nas agências físicas, onde é reunida toda a documentação necessária.
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Conclusão
Apesar disso, o INSS não foi o único atingido. Desde o ano passado, o Bolsa Família também vem passando por um pente-fino. De acordo com o G1, nas últimas revisões, o programa cortou mais de 1,7 milhão de cadastros. E esse número, aliás, deve aumentar.
Hoje, mais de 20,8 milhões de residências brasileiras recebem o auxílio mensalmente, como revelou o Governo Federal. Lançado há mais de duas décadas, o programa se tornou o principal meio de distribuição de renda no Brasil, com o objetivo de combater a pobreza extrema.