Lembra dele? Maníaco do Parque surge irreconhecível e com mais de 120 kg na cadeia
Respire fundo e tente não se surpreender ao ver como está o Maníaco do Parque hoje
Respire fundo e tente não se surpreender ao ver como está o Maníaco do Parque hoje
Francisco de Assis Pereira, conhecido em todo o Brasil como Maníaco do Parque, voltou a chamar atenção por causa de sua aparência atual. Quase três décadas depois dos crimes que chocaram o país, o criminoso apareceu em um registro feito dentro da Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo, muito diferente da imagem que ficou conhecida nos anos 1990.
Atualmente, Francisco está com mais de 120 quilos e apresenta uma aparência bastante distante daquela registrada na época de sua prisão. Informações divulgadas pelo TV Foco apontam que o detento chegou a quase 130 quilos em um dos registros mais recentes realizados na unidade prisional. A mudança física acabou chamando atenção justamente porque o caso voltou a ser discutido diante da previsão de que ele deixe a cadeia em 2028.
Maníaco do Parque chocou o Brasil nos anos 1990
Para quem não se lembra do caso, Francisco de Assis Pereira ficou conhecido como Maníaco do Parque depois de cometer uma série de crimes contra mulheres em São Paulo. Ele atraía as vítimas com falsas promessas relacionadas ao trabalho como modelo e dizia que poderia ajudá-las a conseguir oportunidades profissionais.
De acordo com informações reunidas ao longo das investigações, Francisco levava as mulheres para regiões de mata do Parque do Estado, na capital paulista. O local acabou se tornando uma das principais cenas dos crimes que marcaram o caso e provocaram enorme repercussão nacional.
O criminoso foi preso em 1998 e, posteriormente, recebeu condenações que, somadas, ultrapassaram 280 anos. Embora diferentes registros apresentem números distintos em relação às vítimas, Francisco confessou assassinatos e outros ataques, tornando-se um dos criminosos mais conhecidos da história policial brasileira.
O caso permaneceu durante anos na memória dos brasileiros e voltou a ganhar destaque em diferentes momentos, inclusive com produções audiovisuais e livros dedicados à história.
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Aparência mudou completamente na prisão
A transformação física de Francisco também passou a fazer parte das notícias mais recentes sobre o criminoso. Longe da aparência que tinha quando foi preso, ele hoje está bem acima do peso e perdeu os dentes.
Em registros divulgados nos últimos anos, o Maníaco do Parque aparece com o rosto bastante diferente. Uma reportagem do Terra, publicada em 2025, informou que ele estava pesando aproximadamente 120 quilos. Já uma publicação mais recente do TV Foco mencionou um registro em que Francisco aparece com quase 130 quilos.
A condição dentária também chamou atenção. Segundo informações divulgadas sobre o caso, Francisco sofre de um problema odontológico congênito que teria provocado dores intensas. Reportagens afirmam que ele teria arrancado os próprios dentes diante do sofrimento causado pelo problema e das dificuldades relacionadas ao atendimento.
Por isso, a imagem atual do criminoso é muito diferente daquela conhecida pelo público durante a investigação dos crimes.
Um ‘novo homem’?
Além da transformação física, Francisco também passou a falar sobre uma suposta mudança de comportamento durante os anos em que permaneceu preso.
Em entrevista concedida à psicóloga forense Simone Lopes Bravo, dentro da Penitenciária de Iaras, o Maníaco do Parque afirmou que se considera uma pessoa diferente daquela que cometeu os crimes. Ele também revelou que pretende mudar de nome quando deixar a prisão.
A declaração ganhou repercussão justamente pela proximidade da data prevista para sua saída. Segundo as informações divulgadas, Francisco deverá completar 30 anos de encarceramento em 2028, considerando as regras aplicáveis ao caso na época de sua condenação.
A possível libertação, entretanto, provoca preocupação e debate entre especialistas, autoridades e familiares das vítimas. Isso acontece porque a saída prevista não ocorre simplesmente por uma progressão comum de regime, mas está relacionada ao limite de cumprimento da pena considerado para o caso.
Declarações provocaram novas discussões
As falas de Francisco durante a entrevista também causaram repercussão. O criminoso afirmou ter passado por uma conversão religiosa e disse que não teria mais os pensamentos violentos que, segundo ele, marcaram seu passado.
Ainda assim, suas declarações não encerraram as discussões sobre o risco de reincidência. O próprio histórico do caso faz com que qualquer afirmação sobre uma suposta mudança seja analisada com cautela.
Outro ponto que chamou atenção foi a postura de Francisco em relação às famílias das vítimas. Segundo reportagens sobre a entrevista, ele não demonstrou intenção de apresentar um pedido de desculpas convencional aos familiares e afirmou que Deus já o teria perdoado. A declaração naturalmente reacendeu o debate sobre arrependimento, responsabilização e as consequências dos crimes cometidos.
Liberdade prevista para 2028
Enquanto a transformação física chama atenção nas imagens mais recentes, o futuro de Francisco de Assis Pereira continua sendo o principal motivo para o caso permanecer em evidência.
A previsão divulgada por diferentes veículos é de que ele deixe a prisão em 2028, quando completará três décadas de encarceramento. A legislação penal sofreu mudanças ao longo dos anos, mas as regras aplicadas a condenações antigas precisam considerar o contexto jurídico vigente no período em que a pena foi estabelecida.
Assim, a imagem do Maníaco do Parque com mais de 120 quilos, sem os dentes e muito diferente do homem que ficou conhecido nos anos 1990 representa mais um capítulo de uma história que continua despertando interesse e preocupação no país.
Quase 30 anos depois da prisão, Francisco segue cumprindo pena, enquanto sua possível saída da cadeia se aproxima. A transformação na aparência é apenas uma das mudanças registradas durante esse longo período de encarceramento. O caso, no entanto, permanece marcado principalmente pela gravidade dos crimes e pelo impacto deixado nas famílias das vítimas.
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