Loja tradicional gigante, vai à falência, fecha 1200 unidades, mas agora existe com outro nome

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

13/09/2023 19:15

3 min

Gigante loja tradicional teve falência decretada (Foto: Montagem, TV Foco)
Gigante loja tradicional teve falência decretada (Foto: Montagem...
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Após anos de muita tradição, empresa decreta falência, fecha todos as suas lojas pelo Brasil e tenta renascer com um novo nome

A Justiça de São Paulo decretou em 2022 a falência da Máquina de Vendas, dona de uma tradicional empresa do mercado. Na mesma semana, o decreto foi suspenso por um despacho da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial de São Paulo, segundo o jornal Folha de S.Paulo. O relator, o desembargador Maurício Pessoa, afirmou no despacho que o processo de recuperação judicial deveria prosseguir.

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A empresa já foi uma gigante do varejo , com mais de 1.200 lojas, faturamento de R$ 9,5 bilhões e 28 mil funcionários. Fundada pelo empresário Ricardo Nunes, em 1989, a companhia enfrentou uma série de dificuldades financeiras a partir de 2015, e Nunes foi acusado de sonegação de impostos.

Contudo, o juiz do processo de falência definiu que o grupo não teria mais viabilidade econômica e que houve um esvaziamento patrimonial da operação, especialmente depois do fechamento das lojas durante o período de pandemia. Porém, segundo o atual presidente e controlador da empresa, Pedro Bianchi, a decisão foi uma "surpresa muito grande". No entanto, a companhia recorreu.

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Ricardo Nunes fundador da Ricardo Eletro (Reprodução - Mercado e Consumo)

Ricardo Nunes fundador da Ricardo Eletro (Reprodução - Mercado e Consumo)

O renascimento com um novo nome

A varejista Ricardo Eletro agora atende pelo nome Nossa Eletro. As duas primeiras unidades da nova bandeira foram inauguradas recentemente em Minas Gerais após a companhia conseguir reverter sua falência na Justiça. O objetivo é que até o fim deste ano sejam entre 18 e 20 unidades abertas, chegando à marca de 50 lojas em 2024. Além disso, o movimento se dá após a pulverização da antiga rede de eletrodomésticos que estava espalhada pelo país com mais de 400 pontos de venda e que, no auge, chegou a faturar cerca de 10 bilhões de reais anuais e a empregar 30 mil pessoas — hoje, são cerca de cem funcionários. “A gente está refundando a empresa. Já abrimos duas e vamos abrir mais três lojas neste mês de abril”, diz o CEO da empresa, Pedro Bianchi. Todas as lojas previstas para 2023 serão em Minas Gerais.

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Por que a empresa mudou de nome?

Porém, em conversa com o Uol, o CEO da empresa, Pedro Bianchi, disse que a nova identidade, é uma tentativa de dar um ar mais “coletivo” para a marca. “A gente quer tirar essa imagem de que a empresa era de uma pessoa e dar esse ar coletivo”, diz ele por fiim. O principal motivo, no entanto, não seria esse.

A rival das Casas Bahia atende agora como Nossa Eletro - Foto: Reprodução/Internet

A rival das Casas Bahia atende agora como Nossa Eletro - Foto: Reprodução/Internet

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Contudo, a fundação da nova marca é uma oportunidade para se desvincular da imagem de seu antigo dono, o empresário Ricardo Nunes. Esse que vendeu sua participação no antigo conglomerado em 2019. Porém, fundador da Ricardo Eletro, Nunes chegou a ser condenado por corrupção ativa, em 2011, pelo pagamento de propina a um auditor da Receita Federal, e foi preso ao lado da filha, em 2020, sob a acusação de sonegação de 400 milhões de reais em impostos — ele passou um dia na prisão e foi solto após prestar depoimento.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu