Maior emissora do Brasil tem notícia de saída de principal funcionário e bomba nos bastidores explode
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Funcionário foi afastado de uma grande emissora do Brasil
A cobertura dos atos antidemocráticos ocorrido neste domingo, 8 de janeiro, em Brasília deram o que falar em toda a mídia. Os canais de todo o Brasil fizeram uma grande cobertura. Contudo, uma emissora em específico acabou adotando um tom diferenciado.
Enquanto a Globo interrompeu toda a sua programação e escalou uma cobertura conjunta com a GloboNews chamando os invasadores de 'criminosos', outra grande emissora tentou amenizar a situação e apenas usou o termo manifestantes. Contudo, isso custou caro.
Para quem não sabe, a emissora que adotou um tom brando e até teve links diretamente dos atos antidemocráticos foi a Jovem Pan. Mas, a cobertura acabou causando a demissão do empresário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, que renunciou ao cargo de presidente.
Ele estava coordenando o grupo, mas a função agora passou para Roberto Araújo, que atualmente é CEO. A decisão deve ser confirmada ainda hoje em uma nota enviada à imprensa e ao mercado publicitário a respeito da mudança na liderança da famosa emissora do Brasil.
De acordo com informações do colunista Ricardo Feltrin, do UOL, a decisão foi tomada após a cobertura branda que a emissora foi complacente com os atos golpistas que depredaram a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A decisão foi tomada após uma reunião interna.
Jovem Pan, uma das maiores emissora do Brasil, afastou Presidente (Foto: Reprodução)
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COMENTARISTA DA JOVEM PAN DEFENDE ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS
A emissora escalou o extremista Paulo Figueiredo para comentar os atos e defendeu os golpistas: "E há que [se] reconhecer, a revolta é legítima. Não tem a ver com o Lula ter ganhado a eleição. Tem a ver com o Lula ter ganhado a eleição sem que nós tenhamos o código-fonte [das urnas]; com condução do processo, onde quem questionava na Justiça tomava um processo de litigância de má fé e uma multa de R$ 22 milhões…''.