11 bi e adeus em 2024: Maior plano de saúde do Brasil deixa 5 milhões de clientes com o coração na mão
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Plano de saúde famoso no Brasil deixa 5 milhões de clientes apreensivos após adeus
Um Plano de Saúde extremamente querido pelos clientes, com uma cartela de segurados enorme com mais de 5 milhões, pode dar adeus ao público no ano que vem.
Isso porque o a empresa que gerencia o grupo foi vendida, ou seja, os clientes agora ficaram apreensivos com uma possível perda de seu plano de saúde.
Essa transação foi concluída agora em dezembro e as mudanças começarão a valer no início de 2024, com a mudança do grupo que gerencia.
A AMIL FOI VENDIDA?
De acordo com informações da Investing Br, o empresário José Seripieri Filho, o Junior, que fundou a Qualicorp e a Qsaúde, comprou a Amil, operadora de planos de saúde, que pertencia ao UnitedHealth Group (UHG), por R$ 11 bilhões, segundo pessoas que acompanham a transação.
A Amil vinha sendo disputada também pelo empresário Nelson Tanure, da operadora Alliança, e pelo fundo de private equity americano Bain Capital, que já foi acionista relevante da NotreDame Intermédica no País.
Na maior transação de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) feita no País entre uma única pessoa física e uma companhia, Junior pagará R$ 2 bilhões ao UHG e assumirá passivos de cerca de R$ 9 bilhões. O valor total, porém, pode ser maior por causa de eventuais contenciosos.
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Amil (Reprodução - Internet)-
Amil (Reprodução - Internet)-
Amil (Reprodução - Internet)-
Essa foi a estratégia da oferta de Junior, que assume o negócio de “porteira fechada”, mesmo com o risco de enfrentar eventuais gastos maiores no futuro.
O que muda aos clientes?
Segundo informações do Money Times para o alívio de 5,4 milhões de beneficiários da rede, a mudança de gerência não pode impor mudanças e reajustes, visto que por lei, o cliente tem direito a permanecer usufruindo daquilo que contratou com a companhia.
Ou seja, segundo o Procon-SP ao jornal Estadão, os clientes estão sob amparo da lei, em vista da manutenção do padrão de qualidade, quantidade e localização dos serviços prestados.
“Nessas situações de aquisição parcial ou total da carteira, o fornecedor que está absorvendo a empresa de planos de saúde deve manter as mesmas condições do plano e do contrato firmados”, afirma o diretor jurídico da Fundação Procon de São Paulo, Robson Campos.