Calote e expulsão: Maior varejista do Brasil é expulsa de 2 shoppings colossais, incluindo queridinho de SP

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Varejista com logo de fechado e pessoa com carrinho de compras nas mãos (Foto Reprodução/Lennita/Tv Foco/Canva/Folha de S.Paulo/ CNN)

Crise: maior varejista do Brasil é expulsa de 2 shoppings e destino é cruel

Todos devem se lembrar quando uma famosa varejista do Brasil anunciou a abertura de suas lojas em diversas capitais do país e até mesmo nos interiores, dando oportunidades de emprego e negócio para inúmeros brasileiros.

Estamos falando da varejista Americanas, que sucumbiu a crise e fechou 95 lojas desde janeiro, início da recuperação judicial, até 17 de setembro de 2023.

Segundo o site Giro News, que teve acessos às informações do relatório de atividades mensais da companhia, a rede foi despejada de dois shoppings gigantes do Brasil: o Plaza Sul, administrado pela Allos na capital de São Paulo, e o Nova Cidade, localizado em Vitória, capital do Espírito Santo.

Atualmente, a varejista ainda tem16 ações de despejo em andamento por falta de pagamento e 1.785 pontos de venda em funcionamento.

Para vocês terem uma ideia, a coisa anda tão ruim para a Americanas, que em uma contabilização de oito meses, a empresa encerrou, em média, as operações de uma loja a cada 2,5 dias, o que é considerado grave, tanto para os funcionários, quanto para as cidades em que ela está instalada.

Loja com placa de fechado e entrada das Americanas – foto: TV Foco
Entrada das Americanas – foto: TV Foco
Entrada das Americanas – foto: TV Foco

 De acordo com o relatório, o número de funcionários demitidos nas últimas semanas, entre 21 de agosto e 17 de setembro, foi de 1.131 – desse total, 639 foram pedidos de demissão, corroborando com uma grave crise em que ela vem enfrentando. A rede ainda conta com 34.369 funcionários. 

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Qual a diferença de recuperação judicial e falência?

Prevista na Lei 11.101/2005 a recuperação judicial é tida como o objetivo de evitar a falência da empresa. Dessa forma, são tomadas medidas para a reorganização econômica, administrativa e financeira da empresa, para que a Justiça possa auxiliar neste processo.

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