Mais liberal, Globo passa a permitir piercings e tatuagens no jornalismo


Poliana Abritta exibe tatuagem no “Fantástico”. (Foto: Divulgação)
Durante muitos anos, a Globo era conhecida por ser uma emissora conservadora e bastante rigorosa com suas políticas. No entanto, o que se vê ultimamente, principalmente desde o início deste ano, que se comemora o seu cinquentenário, é o canal adotando um estilo mais liberal.
Antes, a emissora carioca raramente citava seus concorrentes durante a programação, havendo uma espécie de proibição. Hoje, alguns programas, como o “Tá no Ar”, o “Zorra” e o “Vídeo Show”, chegam até a fazer piada com outros canais.
Outro “tabu” que até então existia na Globo eram os piercings e tatuagens no jornalismo. De acordo com a colunista Keila Jimenez, na década de 90, existia uma cartilha que determinava quais seriam os figurinos, a maquiagem, os penteados e até os adereços que os repórteres e âncoras da emissora deveriam utilizar.
Hoje, as normas ainda continuam em vigor em algumas afiliadas da Globo, mas já é possível notar no ar, alguns profissionais exibindo tatuagens, que antes eram escondidas por roupas ou maquiagem. Poliana Abritta, apresentadora do “Fantástico”, e a meteorologia Izabella Camargo, são algumas das jornalistas que já ostentam suas tattoos diante das câmeras. Nos boletins do G1, que aparecem durante a programação da emissora, frequentemente há jornalistas com piercings e tatuagens à mostra. A Globo afirma que não há regra, e que isso varia de acordo com o perfil de cada profissional.
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Autor(a):
Renan Santos
Formado em jornalismo, fui um dos principais jornalistas do TV Foco, no qual permaneci por longos anos cobrindo celebridades, TV, análises e tudo que rola no mundo da TV. Amo me apaixonar e acompanhar tudo que rola dentro e fora da telinha e levar ao público tudo em detalhes com bastante credibilidade e forte apuração jornalística.


