Familiares estão chocados: Corpos dos Mamonas Assassinas são exumados e item encontrado de Dinho surpreende

Dinho era vocalista da banda Mamonas Assassinas (Foto: Reprodução / Instagram / Montagem TV Foco)
Mamonas Assassinas fez um sucesso explosivo, conquistando uma legião de fãs em todo o Brasil
A tragédia que tirou a vida dos Mamonas Assassinas em 2 de março de 1996 segue como uma das mais dolorosas do cenário musical brasileiro.
Afinal, a banda, que conquistou o público com seu humor irreverente e músicas contagiantes, teve sua carreira meteórica interrompida de forma trágica em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, São Paulo.
FAMILIARES CHOCADOS?
Mamonas Assassinas tiveram corpos exumados, na última segunda-feira (23/2), no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, São Paulo.
No entanto, um detalhe deixou familiares de Dinho em choque. A jaqueta usada para enterrar o vocalista foi encontrada intacta dentro do caixão. Informações da coluna Fábia Oliveira.
“A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, revelou Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas.
Em seguida, ele expôs mais detalhes sobre a cerimônia, deixando claro que ficou surpreso com a situação.
“Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo. A jaqueta foi algo inusitado e, por estar em bom estado e não estar junto aos restos mortais, pensamos em mantê-la exposta no memorial”, afirmou ele.
“Possivelmente vamos deixá-la exposta. Foi um momento complicado, difícil, mas a gente passou junto”, encerrou.

LEGADO DO DINHO E TODOS MEMBROS DA BANDA
30 anos depois do acidente aéreo, os familiares dos músicos optaram por dar um novo significado à despedida da banda que marcou a vida de milhões de brasileiros com suas canções.
Em comum acordo, foi autorizada a exumação dos corpos para que parte das cinzas seja utilizada no plantio de árvores no BioParque Cemitério, em Guarulhos, cidade onde o grupo foi formado, na Grande São Paulo.
AFINAL, QUAL O MOTIVO DA EXUMAÇÃO DOS CORPOS DOS MAMONAS ASSASSINAS?
A proposta faz parte de um projeto que busca transformar o legado dos artistas em um gesto simbólico de continuidade e preservação ambiental.
“Mais do que um memorial, o espaço se propõe a ser um patrimônio afetivo, onde o tempo não apaga as lembranças, apenas as transforma”, diz o comunicado.
Portanto, o movimento prevê que as cinzas sejam integradas às sementes de espécies nativas.
Desse modo, acompanhadas por especialistas responsáveis pelo desenvolvimento das mudas, criando uma representação de renovação a partir da lembrança.

“A iniciativa do BioParque utiliza as cinzas resultantes da cremação para contribuir com o desenvolvimento de uma árvore desde a semente. Cada árvore simboliza continuidade, afeto e presença”, afirmou a mensagem no perfil oficial da banda no Instagram.

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