Doença fatal: A morte de famosa do Jornal Nacional e o comunicado de luto de Renata: “Colega talentosíssima”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma das maiores famosas do Jornal Nacional morreu e Renata Vasconcellos emite comunicado de luto
Uma das maiores jornalistas da história do Jornal Nacional morreu em 2015 e Renata Vasconcellos emitiu um comunicado urgente de luto.
Essa jornalista do Jornal Nacional, famosa por todo o serviço prestado pelo Jornal Nacional, também fez diversas reportagens em quase todos os programas jornalísticos da Globo ao longo de sua vitoriosa carreira.
COMO MORREU A JORNALISTA SANDRA MOREYRA?
Segundo Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional em 2015: “Hoje, no Rio, aos 61 anos, a jornalista Sandra Moreyra, vencida por um câncer. Sandra foi uma colega talentosíssima e muito querida de todo mundo aqui da Globo”.
Segundo o G1, e a reportagem produzida por Renata Vasconcellos no Jornal Nacional na Globo, com 40 anos de carreira, Sandra participou de coberturas jornalísticas de importantes momentos do país.
Renata Vasconcellos e o seu marido Miguel Athayde - Foto Reprodução Internet
Renata Vasconcellos e o seu marido Miguel Athayde - Foto Reprodução Internet
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Renata Vasconcellos e o seu marido Miguel Athayde - Foto Reprodução/Internet
Ela cobriu a morte de Tancredo Neves, o Plano Cruzado, o acidente radioativo em Goiânia, com Césio 137, a tragédia do iate Bateau Mouche, a Rio-92 e a ocupação do Complexo do Alemão.
Em outubro de 2015, a jornalista do Jornal Nacional anunciou que descobriu que estava de novo com câncer. “Novamente estou sendo posta à prova. Mais um tratamento pra fazer. Eu amo a vida. E vou em frente”, postou ela.
Sandra enfrentava o terceiro câncer nos últimos sete anos, desta vez no mediastino, região torácica perto do esôfago.
“Carioca e botafoguense. Sou mulher do Rodrigo, mãe da Ciça e do Ricardo, avó do Francisco e do Leon, que vem por aí em novembro”, definia-se no Twitter. Casada com o arquiteto Rodrigo Figueiredo, ela era irmã da também jornalista e diretora da GloboNews, Eugenia Moreyra.
A cobertura que a jornalista considerava mais marcante foi o enterro dos mortos na chacina de Vigário Geral, em 1993.
“Na hora de escrever o texto, a matéria tinha uma carga de emoção tão forte, da dor daquelas pessoas, da violência, que pensei: ‘Tenho que botar isso nas palavras mais simples’. Quando a matéria entrou no ar, foi um soco no estômago”, relatou a jornalista do Jornal Nacional ao site Memória Globo.