Morte dos Mamonas Assassinas completa 26 anos em meio a premonição, fotos dos corpos e até braço perdido
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
As mortes do grupo Mamonas Assassinas, de um segurança, um assistente, piloto e co-piloto, aconteceu há exatos 26 anos
Os integrantes do Mamonas Assassinas morreram há exatos 26 anos, após sofrerem um acidente de avião na Serra da Cantareira, em São Paulo. A partida dos músicos foi tomada de mistérios e muita dor, mas também de situações completamente inexplicáveis. Relembre a seguir.
Em várias entrevistas todos os integrantes do grupo diziam que tinham medo de andar de avião, mas chegaram a agradecer Santos Dumont nos agradecimentos de seu álbum de maior sucesso por terem a possibilidade de viajarem até Los Angeles, nos Estados Unidos, para mixarem o projeto.
Em registros exclusivos da Globo, Dinho, o vocalista, chegou a falar com deboche sobre problemas que o avião deles apresentava, dias antes do acidente fatal.
"Esse avião quase caiu. Hoje vai ser uma aventura. Esse avião quase caiu na selva amazônica porque quebrou o radar. Tem uma boa e uma má notícia para você que vai viajar com a gente", iniciou. Júlio Raséc o atrapalha: "Você não é o Dinho dos Mamonas?". "Eu era", responde Dinho.
O vocalista continua: "A boa é que eles consertaram o radar. Quebrou de novo... E o combustível não está passando do reservatório para o tanque".
PREMONIÇÃO
Não é segredo para ninguém que os Mamonas Assassinas previram a própria morte. No dia do acidente, uma gravação de Júlio Raséc conversando com o cabeleireiro e amigo Nelson de Lima chamou atenção. No bate-papo, o rapaz deseja boa viagem ao músico, que respondeu:
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"Não sei, essa noite eu sonhei com um negócio... Assim, parecia que o avião caía. Não sei. Não sei o que quer dizer isso".
MOMENTO MACABRO
A morte dos rapazes também gerou outros momentos de arrepiar. O jornalista Ricardo Feltrin revelou no Twitter que um homem encontrou o braço de Dinho na Serra da Cantareira e levou para a redação Folha da Tarde. Ele foi expulso pelos jornalistas que trabalhavam lá.
No mesmo prédio ficava o Notícias Populares, que recebeu o membro, tirou uma foto e publicou na capa do jornal no dia seguinte. O momento é encarado até hoje como uma das maiores atrocidades do jornalismo brasileiro.
Como se já não bastasse isso, fotos de todos os corpos pararam na internet e foram compartilhados por anos entre internautas.
Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas (Foto: Reprodução)