Santos surpreende em 2025 com três reforços decisivos e Vojvoda vê respiro sem depender de Neymar
O Santos vive uma fase curiosa e cheia de reviravoltas neste Brasileirão. Neymar segue se recuperando de lesão e observa o time de fora, mas o clube não parou. O técnico Juan Pablo Vojvoda encontrou no trio argentino formado por Barreal, Lautaro Díaz e Rollheiser a força necessária para manter a equipe competitiva.
Porém, até aqui, dos oito gols marcados sob o comando do treinador, cinco saíram dos pés desses três jogadores, mostrando que a adaptação ao estilo de jogo de Vojvoda foi rápida e eficaz.
Além disso, a vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians, na Vila Belmiro, provou que o trio não está apenas presente, mas decisivo. Barreal abriu o placar com um golaço ainda no primeiro tempo, Lautaro Díaz participou de praticamente todas as jogadas ofensivas e Rollheiser fechou o marcador com um pênalti certeiro. Com isso, o Santos encontrou novos protagonistas.

Barreal é o artilheiro do Santos no Brasileirão, com sete gols, e vem assumindo o protagonismo com naturalidade. Lautaro Díaz e Rollheiser também têm se destacado, criando jogadas e contribuindo com assistências que, em momentos cruciais, decidiram partidas. Porém, a consistência do trio permite ao treinador explorar um esquema ofensivo mais ousado, sem depender exclusivamente do retorno de Neymar.
Vojvoda mudou o ritmo do time. Ele incentiva a pressão alta, a posse de bola e a movimentação constante, elementos que valorizam as características dos argentinos. A equipe parece mais coletiva e, mesmo sem o craque brasileiro, demonstra personalidade em campo. “Estamos jogando pelo Santos, juntos, e isso mostra nossa força”, disse Rollheiser após o clássico contra o Corinthians.
Por que Neymar não está jogando?
Enquanto Neymar se recupera, o Santos mostra que consegue se reinventar. A equipe não se esconde atrás da ausência do craque, pelo contrário, usa a oportunidade para construir novas referências e revelar talentos que até então estavam em segundo plano.
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O ambiente na Vila Belmiro também mudou. A torcida reconhece o esforço dos argentinos e vibra com cada lance bem executado. Existe uma energia positiva, uma esperança de dias melhores, e a percepção de que, mesmo sem Neymar, o Santos não perdeu a sua identidade.
Por fim, além dos argentinos, outros jogadores como Zé Rafael, Guilherme e Tiquinho Soares contribuíram com gols importantes, mas o protagonismo do trio é inegável. Eles mantêm o time competitivo, e a sequência de resultados mostra que a adaptação tática de Vojvoda está funcionando.
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Autor(a):
Wellington Silva
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