Netflix terá lojas físicas com refeições, produtos e experiências alusivas a filmes e séries

Companhia de serviços de streaming quer se aproximar de assinantes para gerar novas receitas, diz Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios O vice-presidente de produtos de consumo da Netflix, Josh Simon, anunciou que a companhia abrirá lojas físicas no…

16/10/2023 15:50

2 min

Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios - Divulgação
Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios - Divu...
Continua depois da publicidade

Companhia de serviços de streaming quer se aproximar de assinantes para gerar novas receitas, diz Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios

O vice-presidente de produtos de consumo da Netflix, Josh Simon, anunciou que a companhia abrirá lojas físicas no EUA em 2025, para depois exportar o conceito para outros países. Segundo Simon, a intenção da Netflix House, como foi batizado o projeto, é se aproximar dos assinantes da plataforma e gerar novas fontes de receitas, em espaços que reúnam produtos derivados dos audiovisuais, além de restaurantes e outras “experiências”. Vale lembrar que, em junho deste ano, a Netflix inaugurou seu primeiro restaurante, o Netflix Bites, no estado da Califórnia.

Continua depois da publicidade

Para Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios e autor dos best sellers “Gestão do Amanhã” e “Estratégia Adaptativa”, que abordam os desafios das corporações para se manterem competitivas em meio às disrupções no mercado consumidor, a Netflix mostra que está muito atenta a outras fontes de geração de receita.

“A Netflix tem investido muito em games e novas iniciativas, como a Netflix House, para potencializar ao máximo o atual valor da marca, estendendo seus tentáculos além do meio digital. Curiosamente, enquanto a Disney se aproxima da Netflix com suas iniciativas de plataformas de streaming, a Netflix se aproxima da Disney com projetos que oferecem experiências presenciais aos clientes, além de licenciamento de marcas com as produções próprias”, explica Magaldi. “Esse movimento se justifica porque o negócio central da Netflix, que é a plataforma de vídeos, representa um desafio em termos de rentabilidade. Além do desequilíbrio entre o volume de receita e as despesas, sobretudo para produções, há o desafio adicional gerado pelos grandes investimentos demandados para viabilizar novos produtos adquiridos no mundo todo”, completa o pesquisador e conselheiro empresarial.

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade

Quer receber avisos de notícias no seu dispositivo? Ative as notificações do TV Foco.

Continua depois da publicidade

Autor(a):

Bianca Rayla é formada em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e atua como redatora web com foco em entretenimento, televisão e celebridades desde 2018. Com experiência em diversos portais de notícias do setor, Bianca é especialista na cobertura do universo dos artistas da TV Globo, música sertaneja e cultura pop nacional. Apaixonada por comunicação, dedica-se diariamente a produzir conteúdos relevantes, leves e informativos, com credibilidade e olhar atento às tendências. Contato: bianca.rayla@otvfoco.com.br