Celebridades

No palco do Domingão do Faustão, Lucas Veloso revê cenas do pai Shaolin e chora muito

Lucas Veloso participou do Arquivo Confidencial do Domingão do Faustão (Foto reprodução)
Lucas Veloso participou do Arquivo Confidencial do Domingão do Faustão (Foto reprodução)

Lucas Veloso participou do Arquivo Confidencial do Domingão do Faustão durante a Dança dos Famosos na noite desta quinta-feira (17). Ele que estava na final da Dança, ouviu depoimentos de amigos e familiares e se emocionou muito ao falar do pai Shaolin, que faleceu em 2016.

“Minha mãe é o motivo de eu estar na comédia hoje. Ela é o motivo de eu estar aqui hoje. Porque ela ficou depressiva, quando meu pai ficou doente. Eu queria tirar o riso dela”, disse o ator bastante emocionado depois de ouvir um depoimento da mãe dela, na qual ela revelou que Lucas Veloso resolveu investir na carreira de humorista, principalmente após o acidente de Shaolin em 2011. “Eu não conseguiria ser tão seguro do meu trabalho se não fosse minha espinha dorsal. Essa mulher é tudo o que eu sou  hoje”, afirmou Lucas Veloso muito emocionado.

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Para quem não sabe, o acidente com o humorista aconteceu em janeiro de 2011, quando Shaolin colidiu com seu carro em um caminhão. Apesar de perder a fala e movimentos, foi o próprio humorista quem dirigiu Lucas Veloso em seus espetáculos pelo Brasil, principalmente pela comunicação feita unicamente pelos olhos. “Ele ia para as aulas de teatro, quando chegava em casa, ele ia para o quarto, cantava para o pai, contava piadas novas, porque se a piada arrancava gargalhadas do pai, então estava aprovada para o show”, revelou a mãe.

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O ator Lucas Velosos, revelado durante sua participação em Velho Chico, é um dos finalistas da Dança dos Famosos, quadro do Domingão do Faustão.

Em conversa com o jornal Extra, ele falou sobre suas inspirações, uma delas o cantor Michael Jackson.

“Desde molequinho, gostava do Michael, então comecei a imitar os movimentos que ele fazia, que têm forte inspiração na mímica, arte que estudei por seis anos. Meu pai também era fã e fazia um quadro nos seus shows em que se transformava nele e que eu peguei emprestado para o meu espetáculo, “Cócegas no cérebro”. Mas a ideia de colocar o moonwalker na nossa estreia na “Dança” (o ritmo da apresentação inicial foi o “Baladão”) foi da danada da minha professora, que tinha me visto num vídeo fazendo esse número. Deu certo! A partir daí, quase toda dança nossa tem um temperinho do Rei do Pop. Michael criou uma obra de arte que ultrapassa o tempo. É como “Os Trapalhões”, que passam de geração para geração”, disse ele.

Ele também falou sobre a disputa de dança: “Todo mundo quer o carro (o prêmio para a dupla vencedora), mas não estou ali para ganhar. Meu único objetivo é divertir a plateia. Vivo para o público. O artista simplesmente não existe sem alguém para comprar um ingresso ou ligar a TV para assisti-lo. Sou disciplinado e gosto de ensaiar, então sempre estive disposto a aprender o que me foi ensinado. E nunca tive pudor em soltar o quadril. Homem rebola, sim! Os que acham que não podem são machistas. Sou seguro da minha orientação sexual, rebolo mesmo”, falou.

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Lucas também falou sobre a sua parceria com sua namorada e professora de dança: “Nossa história começou no forró. Já tenho a malandragem porque, na adolescência, só conseguia arrumar uma namoradinha se me desse bem dançando um forrozinho. Tinha que sobreviver, né? (risos). Quando vi aquela menina linda, cheirosa, ficou difícil de me concentrar. Brincadeira. Na verdade, foi muito mais do que isso. Sabe aquela história de o santo bateu? Quero conquistá-la todos os dias”.

Na conversa, ele comemorou a boa fase após um ano conturbado: “Perdi cinco pessoas no ano passado. Meu pai (em virtude das consequências de um grave acidente de carro do qual foi vítima em 2011), meu segundo pai (o professor Mica Guimarães), dois amigos e um tio. Enterrei meu pai e, cinco dias depois, estava na frente de uma câmera gravando “Velho Chico”. Não tive esse luxo de curtir o luto. Trabalhei, paguei minhas contas, botei comida em casa. Colhi em 2017 o que plantei de bom”.

 

 

 

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Sobre o autor

Aaron Tura

Aaron Tura é um jornalista, paulista que ama o mundo da televisão e seus afins. Ligado nas novidades da telinha, fundou o TV FOCO em 2006 com o propósito de trocar opiniões e informações!