FIM do pagamento nos ônibus e no metrô: Nova LEI está em vigor e esses trabalhadores tem tarifa gratuita
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Nova lei já está em vigor e determina o fim do pagamento de ônibus e metrô
Nova lei que já está em vigor faz com que milhares de brasileiros parem de pagar ônibus e metrô e isso ajuda muitas pessoas com os transportes públicos diários.
Mas, uma emenda nessa nova lei determina que isso só pode ser dado a quem recebe até R$ 3.200, que mesmo assim, continua beneficiando milhares de pessoas.
Segundo informações do g1, a Justiça do RJ alterou as regras do Bilhete Único Intermunicipal (BUI) e da Tarifa Social e determinou que só poderá ter direito aos benefícios quem tem renda mensal de até R$ 3.205,20, antes, o teto era de R$ 7.507,49.
O BUI cobra R$ 8,55 por duas viagens em três horas, desde que uma seja entre municípios diferentes. A Tarifa Social vale R$ 5 na Supervia e no Metrô Rio, cujas passagens cheias custam R$ 7,40 e R$ 6,90, respectivamente.
Essa determinação já está ativa desde julho deste ano e tem ajudado, mesmo que com a drástica redução, milhares de brasileiros.
Esse é o modelo de Transporte Público em Florianópolis (Reprodução - Prefeitura)
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O QUE MUDOU DE UMA FORMA GERAL?
- Quem recebia até R$ 7.507,49 por mês e habilitou a Tarifa Social paga R$ 5 tanto nos trens quanto no metrô; já no BUI, a passagem sai a R$ 8,55.
- Quem não tem BUI/Tarifa Social e quiser o benefício terá de comprovar renda mensal menor que R$ 3.205,20. Nada muda, por ora, para os já cadastrados.
- Quando o governo concluir o recadastramento, cujas datas ainda não foram divulgadas, usuários que ganham mais de R$ 3.205,20 perderão a Tarifa Social e o BUI.
A alteração foi feita pois o governo do Rio de Janeiro considerou inconstitucional e que a lei violava o princípio de separação e harmonia dos Poderes por ter alterado o benefício tarifário sobre um serviço público.
Na ação, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) também sustentou que a medida alterou a Lei 5.628/2009, que criou o Bilhete Único Intermunicipal, sem avaliar o impacto financeiro ou indicar a fonte de custeio do subsídio.