Nova Lei para motoristas da UBER gera CHOQUE geral, desespera aplicativos e impacta a vida de milhões
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma nova medida de novos direitos para trabalhadores de aplicativos deixou a Uber chocada e com uma reação polêmica
A União Europeia está liderando uma iniciativa inovadora para garantir benefícios trabalhistas aos funcionários das empresas de entrega e transporte por aplicativos, como a Uber, Deliveroo e outras.
A proposta preliminar inclui critérios que definem as empresas como empregadoras caso cumpram três dos requisitos estabelecidos.
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Aplicativo da Uber (Foto: Reprodução / Internet)
Empresa Uber (Foto: Reprodução / Internet)
Logo da Uber (Foto: Reprodução / Internet)
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MEDIDA
Os critérios estabelecidos pela proposta são:
- Fiscalização do desempenho dos trabalhadores por meios eletrônicos;
- Restrição da capacidade de escolher horários e tarefas;
- Limitação do trabalho para terceiros;
- Fixação de um limite máximo de remuneração;
- Estabelecimento de regras sobre aparência e conduta;
- Restrição do uso de subcontratados ou substitutos.
Tais regras podem atingir aproximadamente 4,1 milhões de trabalhadores em 27 países da região europeia. A medida foi tomada para assegurar proteção e suporte adequados àqueles profissionais que, embora frequentemente categorizados como autônomos, enfrentam inúmeros desafios semelhantes aos trabalhadores tradicionais.
O objetivo é fornecer proteção e respaldos adequados a esses profissionais, que enfrentam desafios semelhantes aos trabalhadores tradicionais, apesar de serem frequentemente classificados como autônomos.
Ainda assim, o Parlamento Europeu ainda luta por critérios suplementares, incluindo remuneração fixa, definição de horário de trabalho e supervisão direta do empregador, a fim de garantir uma proteção global mais abrangente e conter a exploração trabalhista.
REAÇÕES
As propostas em discussão têm sido alvo de críticas por parte de empresas do ramo, como a Delivery Platforms Europe. De acordo com essas companhias, tais mudanças poderiam minar a independência e a flexibilidade dos trabalhadores, pois estes optam por manter a sua condição de autônomos.
Além disso, as empresas ainda afirmam que os planos apresentados não apresentam melhorias consistentes na situação dos trabalhadores autônomos, que valorizam em grande medida a liberdade de atuação que as plataformas online disponibilizam.
Uber (Reprodução: Internet)