Novas regras do PIX começam a valer no dia 1º de novembro e o que mudará está confirmado

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Banco Central emite alerta para quem faz PIX com frequência (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/BC)

Novas medidas que impactam o uso do PIX da forma como conhecemos, mudança passará a valer já em novembro e situação tem dado muito o que falar entre usuários

E o PIX, o mais querido entre os métodos de pagamento, teve uma recente mudança anunciada pelo BC, cujas quais passarão a valer a partir do dia 01 de novembro.

Pois é, ao que tudo indica, teremos que nos adaptar, uma vez que a forma como utilizamos o recurso está com os dias contados.

Mas calma, não se trata de um fim drástico e sim de uma medida necessária, cuja qual irá limitar o uso do mesmo com o objetivo de reforçar a segurança e reduzir fraudes.

Porém, essa novidade já está causando grande repercussão entre os usuários e até mesmo ideias equivocadas quanto às mesmas medidas.

Sendo assim, a partir de informações coletadas no portal FDR, a equipe do Tv Foco especializada em economia irá esclarecer todos os pontos para que você saiba exatamente o que está acontecendo.

Vai acabar?

O anúncio foi feito ainda no dia 27 de julho de 2024 pelo BC. O mesmo trouxe um novo pacote de medidas que altera o sistema de segurança do PIX em smartphones e computadores.

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As mudanças, que passam a valer "a partir do dia 1º de novembro de 2024", estabelecem:

  • Um limite de R$ 200 para transações feitas via PIX em dispositivos novos, ou seja, que ainda não estão cadastrados em nenhuma instituição financeira.
  • Um limite diário de R$ 1.000 para transações, mesmo que o aparelho tenha sido previamente autorizado.

MAS ATENÇÃO! Apesar da medida, os dispositivos utilizados normalmente pelo usuário NÃO serão afetados por essa medida.

Ou seja, a novidade não significa o fim total do PIX e sim uma adaptação à segurança dos novos usuários

Tudo pela segurança

O Banco Central justifica as medidas com foco na prevenção de golpes:

"Essa medida minimiza a probabilidade de fraudadores usarem dispositivos diferentes daqueles utilizados pelo cliente para gerenciar chaves e iniciar transações Pix" - Explicou o BC em nota oficial.

Sendo assim, mesmo que golpistas consigam as credenciais como login e senha, posteriormente eles não terão como realizar transações de valores elevados em celulares ou computadores recém-adquiridos.

Os clientes que quiserem realizar transações além dos limites estabelecidos deverão cadastrar o novo dispositivo na instituição financeira vinculada à conta.

Exigências para os bancos

Entretanto, os bancos também serão impactados pelas novas normas. De acordo com o Tech Tudo, o BC determinou que as instituições financeiras:

  • Identifiquem transações atípicas ou fora do perfil de comportamento do cliente;
  • Verifiquem periodicamente (ao menos uma vez a cada seis meses) eventuais marcações de fraude junto ao BC - FATO OBRIGATÓRIO;
  • As instituições financeiras deverão encerrar ou limitar as operações da conta de um cliente identificado como fraudador, além de bloquear transações já iniciadas.

Essas ações visam coibir fraudes e proteger os correntistas de maneira mais eficiente.

PIX Automático adiado para 2025

Além disso, o Banco Central adiou o lançamento do Pix Automático para 16 de junho de 2025, uma novidade aguardada pelos brasileiros

  • O recurso permitirá a realização de pagamentos recorrentes de maneira automática, sem a necessidade de autenticação em cada transação.
  • Ela se assemelha ao débito automático, mas sem as taxas associadas ao uso de cartões.
  • Todos os bancos que tem o sistema PIX serão obrigados a usar essa ferramenta.

MAS ATENÇÃO! Aqueles que não se adequarem até a data de lançamento serão multados diariamente, com um limite de 60 dias.

https://youtu.be/amRMSgX2wbY?si=1HicB8eP_SxFcOvR

Cai no golpe do PIX, e agora?

Em casos de fraudes, os usuários podem contar com o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do BC, criado para auxiliar na recuperação de valores transferidos indevidamente:

  • Ao identificar um golpe, o cliente deve entrar em contato com o banco, que avaliará a situação e, se comprovado o golpe, bloqueará os recursos na conta do recebedor.
  • O processo de análise é concluído em até 7 dias, com a possibilidade de devolução do valor em até 96 horas, dependendo do caso.

Para mais informações sobre o PIX e Banco Central, clique aqui*

Conclusões finais:

Em suma, o BC está promovendo uma série de mudanças no sistema PIX, focando principalmente na segurança e na prevenção de fraudes.

Com limites de transação para dispositivos novos e obrigações mais rígidas para as instituições financeiras, o objetivo é proteger os usuários sem prejudicar a usabilidade do sistema.

Embora as medidas possam gerar apreensão inicial, elas visam fortalecer o sistema e garantir mais segurança para todos os usuários.

O PIX, portanto, não está chegando ao fim, mas evoluindo para se adaptar a um cenário mais seguro e eficiente.

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